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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Luis Fernando Verissimo

Luis Fernando Verissimo (Porto Alegre, 26 de setembro de 1936) é um escritor brasileiro. Mais conhecido por suas crônicas e textos de humor, publicados diariamente em vários jornais brasileiros, Verissimo é também cartunista e tradutor, além de roteirista de televisão, autor de teatro e romancista bissexto. Já foi publicitário e copy desk de jornal. É ainda músico, tendo tocado saxofone em alguns conjuntos. Com mais de 60 títulos publicados, é um dos mais populares escritores brasileiros contemporâneos. É filho do também escritor Erico Verissimo.

Formação

Nascido e criado em Porto Alegre, Luis Fernando viveu parte de sua infância e adolescência nos Estados Unidos, com a família, em função de compromissos profissionais assumidos por seu pai - professor na Universidade de Berkeley (1943-1945) e diretor cultural da União Pan-americana em Washington (1953-1956). Como consequência disso, cursou parte do primário em San Francisco e Los Angeles, e concluiu o secundário na Roosevelt High School, de Washington.

Aos 14 anos produziu, com a irmã Clarissa e um primo, um jornal periódico com notícias da família, que era pendurado no banheiro de casa e se chamava "O Patentino" (patente é como é conhecida a privada no Rio Grande do Sul).

No período em que viveu em Washington, Veríssimo desenvolveu sua paixão pelo jazz, tendo começado a estudar saxofone e, em frequentes viagens a Nova York, assistido a espetáculos dos maiores músicos da época, inclusive Charlie Parker e Dizzy Gillespie.Primeiros trabalhos

De volta a Porto Alegre em 1956, começou a trabalhar no departamento de arte da Editora Globo. A partir de 1960, fez parte do grupo musical Renato e seu Sexteto, que se apresentava profissionalmente em bailes na capital gaúcha, e que era conhecido como "o maior sexteto do mundo", porque tinha 9 integrantes.

Entre 1962 e 1966, viveu no Rio de Janeiro, onde trabalhou como tradutor e redator publicitário, e onde conheceu e casou-se (1963) com a carioca Lúcia Helena Massa, sua companheira até hoje e mãe de seus três filhos (Fernanda, 1964; Mariana, 1967; e Pedro, 1970).

Em 1967, de novo em sua cidade natal, começou a trabalhar no jornal Zero Hora, a princípio como revisor de textos (copy-desk). Em 1969, depois de cobrir as férias do colunista Sérgio Jockymann e poder mostrar a qualidade e agilidade de seu texto, passou a assinar sua própria coluna diária no jornal. Suas primeiras colunas foram sobre futebol, abordando a fundação do Estádio Beira-Rio e os jogos do Internacional, seu clube do coração. No mesmo ano, tornou-se redator da agência de publicidade MPM Propaganda.

Em 1970 transferiu-se para o jornal Folha da Manhã, onde manteve sua coluna diária até 1975, escrevendo sobre esporte, cinema, literatura, música, gastronomia, política e comportamento, sempre com ironia e ideias pessoais, além de pequenos contos de humor que ilustram seus pontos de vista.

Em 1971 criou, com um grupo de amigos da imprensa e da publicidade porto-alegrense, o semanário alternativo O Pato Macho, com textos de humor, cartuns, crônicas e entrevistas, e que vai circular durante todo o ano na cidade.Primeiros livros publicados

Em 1973 lançou, pela Editora José Olympio, seu primeiro livro, O Popular, com o subtítulo "crônicas, ou coisa parecida", uma coletânea de textos já veiculados na imprensa, o que seria o formato da grande maioria de suas publicações até hoje. O livro de estreia de Veríssimo recebeu elogios do importante crítico literário Wilson Martins, em O Estado de São Paulo.

Em 1975, voltou ao jornal Zero Hora, onde permanece até hoje, e passou a escrever semanalmente também no Jornal do Brasil, tornando-se nacionalmente conhecido. Publicou seu segundo livro de crônicas, A Grande Mulher Nua e começou a desenhar a série "As Cobras", que no mesmo ano já rendeu uma primeira publicação de cartuns.

Em 1979, publicou seu quinto livro de crônicas, "Ed Mort e Outras Histórias", o primeiro pela Editora L&PM, com a qual trabalharia durante 20 anos. O título do livro refere-se àquele que viria a ser um dos mais populares personagens de Luís Fernando Veríssimo. Uma sátira dos policiais noir, imortalizados pela literatura de Raymond Chandler e Dashiell Hammett e por filmes interpretados por Humphrey Bogart, Ed Mort é um detetive particular carioca, de língua afiada, coração mole e sem um tostão no bolso, que passou a protagonizar uma tira de quadrinhos desenhada por Miguel Paiva e publicada em centenas de jornais diários, gerou uma série de cinco álbuns de quadrinhos (1985-1990) e ainda um filme comn Paulo Betti no papel-título.

Entre 1980 e 1981, Veríssimo viveu com a família por 6 meses em Nova York, o que mais tarde renderia o livro "Traçando Nova York", primeiro de uma série de seis livros de viagem escritos em parceira com o ilustrador Joaquim da Fonseca e publicados pela Editora Artes e Ofícios.

Popularidade nacional

Em 1981, o livro "O Analista de Bagé", lançado na Feira do Livro de Porto Alegre, esgotou sua primeira edição em dois dias, tornando-se fenômeno de vendas em todo o país. O personagem, criado (mas não aproveitado) para um programa humorístico de televisão com Jô Soares, é um psicanalista de formação freudiana ortodoxa, mas com o sotaque, o linguajar e os costumes típicos da fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai e a Argentina. A contradição entre a sofisticação da psicanálise e a "grossura" caricatural do gaúcho da fronteira gerou situações engraçadíssimas, que Veríssimo soube explorar com talento em dois livros de contos, um de quadrinhos (com desenhos de Edgar Vasques) e uma antologia.

Em 1982 passou a publicar uma página semanal de humor na revista Veja, que manteria até 1989.

Em 1983, em seu décimo volume de crônicas inéditas, lançou um novo personagem que também faria grande sucesso, a Velhinha de Taubaté, definida como "a única pessoa que ainda acredita no governo". O ingênuo personagem, que dera a seu gato de estimação o nome do porta-voz do Presidente-General Figueiredo, marcava a decadência do governo militar brasileiro, que já estava quase completando 20 anos. Mas, anos depois, em plena democracia, Veríssimo faria reviver a Velhinha de Taubaté, ironizando a credibilidade dos presidentes civis, especialmente Fernando Collor e Fernando Henrique Cardoso.

Em toda a década de 1980, Veríssimo consolidou-se como um fenômeno de popularidade raro entre escritores brasileiros, mantendo colunas semanais em vários jornais e lançando pelo menos um livro por ano, sempre nas listas dos mais vendidos, além de escrever para programas de humor da TV Globo.

Em 1986, morou seis meses com a família em Roma, e cobriu a Copa do Mundo para a revista Playboy. Em 1988, sob encomenda da MPM Propaganda, escreveu seu primeiro romance, O Jardim do Diabo.

Homem de ideias

Em 1989, começou a escrever uma página dominical para o jornal O Estado de São Paulo, mantida até hoje, e para a qual criou o grupo de personagens da Família Brasil. No mesmo ano, estreou no Rio de Janeiro seu primeiro texto escrito especialmente para teatro, "Brasileiras e Brasileiros". E ainda recebeu o Prêmio Direitos Humanos da OAB.

Em 1990, passou 10 meses com a família em Paris e cobriu a Copa da Itália para os jornais Zero Hora, Jornal do Brasil e O Estado de São Paulo, o que voltaria a fazer em 1994, 1998, 2002 e 2006,

Em 1991 publicou uma antologia de crônicas para crianças ("O Santinho", com ilustrações de Edgar Vasques) e outra para adolescentes ("Pai não Entende Nada").

Em 1994, a antologia de contos de humor "Comédias da Vida Privada" foi lançada com grande sucesso, vindo a tornar-se um especial da TV Globo (1994) e depois uma série de 21 programas (1995-1997), com roteiros de Jorge Furtado e direção de Guel Arraes. Veríssimo publicaria ainda uma nova antologia de contos, "Novas Comédias da Vida Privada" (1996) e, por contraste, uma série de crônicas políticas até então inéditas em livro, "Comédias da Vida Pública" (1995).

Em 1995, intelectuais brasileiros convidados pelo caderno "Ideias" do Jornal do Brasil elegeram Luis Fernando Veríssimo o Homem de Ideias do ano. A esta seguiram-se outras homenagens: em 1996, "Medalha de Resistência Chico Mendes" da ONG Tortura Nunca Mais, "Medalha do Mérito Pedro Ernesto" da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro e "Prêmio Formador de Opinião" da Associação Brasileira de Empresas de Relações Públicas; culminando, em 1997, com o "Prêmio Juca Pato", da União Brasileira de Escritores como o Intelectual do ano. Em 1999, recebeu ainda o Prêmio Multicultural Estadão.De volta à música

Ainda em 1995, por iniciativa do contrabaixista Jorge Gerhardt, foi criado o grupo Jazz 6, este certamente "o menor sexteto do mundo", com apenas 5 integrantes: além de Verissimo no sax e Gerhardt no contrabaixo, fazem parte do grupo Luiz Fernando Rocha (trompete e flugelhorn), Adão Pinheiro (piano) e Gilberto Lima (bateria).

Sendo Gerhardt, Rocha, Pinheiro e Lima "músicos em tempo integral", o grupo depende da agenda de Veríssimo para se apresentar, mas já tem 13 anos de estrada e 4 CDs lançados: "Agora é a Hora" (1997), "Speak Low" (2000), "A Bossa do Jazz" (2003) e "Four" (2006).

Novos rumos

Em 1999, Veríssimo deixou de desenhar as tiras de As Cobras e mudou de editora, trocando a L&PM pela Objetiva, que passou a republicar toda a sua obra. Uma destas antologias, "As Mentiras que os Homens Contam" (2000), já vendeu mais de 350 mil exemplares.

Em 2003, resolveu reduzir seu volume de trabalho na imprensa, passando de seis para apenas duas colunas semanais, agora publicadas em Zero Hora, O Globo e O Estado de São Paulo.

A partir de solicitações geradas pelas editoras, Veríssimo deixou de ser o "grande escritor de textos curtos" e emendou uma série de novelas e romances: "Gula - O Clube dos Anjos" (1998) coleção "Plenos Pecados" da Objetiva; "Borges e os Orangotangos Eternos" (2000), para a coleção "Literatura ou Morte" da Cia das Letras; "O Opositor" (2004) para a coleção "Cinco Dedos de Prosa" da Objetiva; "A Décima Segunda Noite" (2006), para a coleção "Devorando Shakespeare" da Objetiva; e ainda "Sport Club Internacional, Autobiografia de uma Paixão" (2004), para a coleção "Camisa 13" da Ediouro.

Em 2003, uma reportagem de capa da revista Veja destacou Veríssimo como "o escritor que mais vende livros no Brasil". Ao mesmo tempo, a versão em inglês de "Clube dos Anjos" ("The Club of Angels") é escolhida pela New York Public Library como um dos 25 melhores livros do ano.

Em 2004, na França, recebeu o Prix Deux Oceans do Festival de Culturas Latinas de Biarritz.

Em 2006, Veríssimo chegou aos 70 anos de idade consagrado como um dos maiores escritores brasileiros contemporâneos, tendo vendido ao todo mais de 5 milhões de exemplares de seus livros. Em 2008, sua filha Fernanda deu-lhe a primeira neta, Lucinda, nascida no dia do aniversário do Sport Club Internacional, 4 de abril.



















Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Luis_Fernando_Verissimo

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

João Ubaldo Ribeiro

João Ubaldo Osório Pimentel Ribeiro (Itaparica, 23 de janeiro de 1941) é um escritor, jornalista, roteirista[1] e professor brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras. É ganhador do Prêmio Camões de 2008, maior premiação para autores de língua portuguesa.[2] Ubaldo Ribeiro teve algumas obras adaptadas para a televisão e para o cinema, além de ter sido distinguido em outros países, como a Alemanha.[3] É autor de romances como Sargento Getúlio, O Sorriso do Lagarto, A Casa dos Budas Ditosos, que causou polêmica e ficou proibido em alguns estabelecimentos,[4] e Viva o Povo Brasileiro, tendo sido, esse último, destacado como samba-enredo pela escola de samba Império da Tijuca, no Carnaval de 1987.[5]Obras selecionadas

Romances

* Setembro não tem sentido - 1968
* Sargento Getúlio - 1971
* Vila Real - 1979
* Viva o povo brasileiro - 1984
* O sorriso do lagarto - 1989
* O feitiço da Ilha do Pavão - 1997
* A Casa dos Budas Ditosos - 1999
* Miséria e grandeza do amor de Benedita (primeiro livro virtual lançado no Brasil) - 2000
* Diário do Farol - 2002
* O Albatroz Azul[9] - 2009

Contos

* Vencecavalo e o outro povo - 1974
* Livro de histórias - 1981. Reeditado em 1991, incluindo os contos "Patrocinando a arte" e "O estouro da boiada", sob o título de Já podeis da pátria filhos

Crônicas

* Sempre aos domingos - 1988
* Um brasileiro em Berlim - 1995
* Arte e ciência de roubar galinhas - 1999
* O Conselheiro Come - 2000
* A gente se acostuma a tudo - 2006
* O Rei da Noite - 2008

Ensaios

* Política: quem manda, por que manda, como manda - 1981

Literatura infanto-juvenil

* Vida e paixão de Pandonar, o cruel - 1983
* A vingança de Charles Tiburone - 1990

Lorbeerkranz.pngAcademia Brasileira de Letras

Ocupa a cadeira 34 da Academia Brasileira de Letras, eleito em 7 de outubro de 1993 na sucessão de Carlos Castelo Branco. Foi recebido pelo acadêmico Eduardo Portella em 8 de junho de 1994.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Ubaldo_Ribeiro

José Mojica Marins, O Zé do Caixão

José Mojica Marins (São Paulo, 13 de março de 1936), cineasta, ator, roteirista de cinema e televisão brasileiro. Mojica também é conhecido como Zé do Caixão, seu personagem mais famoso. Embora Mojica seja conhecido principalmente como diretor de cinema de terror, teve trabalhos anteriores cujos gêneros variavam entre faroestes, dramas, filmes de aventura, dentre outros, incluindo filmes do gênero pornochanchada, filmes de comédia-sexo soft-core populares, no Brasil, durante aquela época.[1] Mojica desenvolveu um estilo próprio de filmar que, inicialmente desprezado pela crítica nacional, passou a ser reverenciado após seus filmes começarem a ser considerados cult no circuito internacional. Mojica é considerado como um dos inspiradores do movimento marginal no Brasil.Filmografia

Como diretor

* 1945 - A Mágica do Mágico
* 1946 - Beijos a Granel
* 1947 - Sonhos de Vagabundo
* 1948 - A Voz do Coveiro
* 1955 - Sentença de Deus (inacabado)
* 1958 - Sina de Aventureiro
* 1962 - Meu Destino em Tuas Mãos
* 1963 - À Meia-Noite Levarei Sua Alma
* 1965 - O Diabo de Vila Velha
* 1966 - Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver
* 1967 - O Estranho Mundo de Zé do Caixão
* 1968 - Trilogia do Terror
* 1970 - Ritual de Sádicos
* 1971 - Finis Hominis
* 1972 - Dgajão Mata para Vingar
* 1972 - Quando os Deuses Adormecem
* 1972 - Sexo e Sangue na Trilha do Tesouro
* 1974 - A Virgem e o Machão
* 1974 - Exorcismo Negro
* 1975 - O Fracasso de Um Homem nas Duas Noites de Núpcias
* 1976 - Como Consolar Viúvas
* 1976 - Inferno Carnal
* 1976 - Mulheres do Sexo Violento
* 1977 - A Mulher Que Põe a Pomba no Ar
* 1977 - Delírios de um Anormal
* 1977 - Estranha Hospedaria dos Prazeres
* 1978 - Mundo-Mercado do Sexo
* 1978 - Perversão
* 1980 - A Praga
* 1981 - A Encarnação do Demônio
* 1983 - Horas Fatais - Cabeças Cortadas
* 1984 - A Quinta Dimensão do Sexo
* 1985 - 24 horas de sexo explícito ou 24 horas de sexo ardente
* 1986 - Dr. Frank na Clínica das Taras
* 1987 - Quarenta e Oito Horas de Sexo Alucinante
* 1994 - Demônios e Maravilhas
* 1996 - Adolescência em Transe
* 2004 - Fim (curta metragem)
* 2008 - Encarnação do Demônio

Como ator

* 1960 - Éramos Irmãos (de Renato Ferreira)
* 1966 - O Diabo de Vila Velha (Armando de Miranda e Ody Fraga)
* 1969 - O Cangaceiro Sem Deus (de Oswaldo De Oliveira)
* 1970 - O Profeta da Fome (de Maurice Capovila)
* 1977 - O Abismo (de Rogério Sganzerla)
* 1977 - O Vampiro da Cinemateca (de Jairo Ferreira)
* 1978 - A Deusa de Mármore (de Rosângela Maldonado)
* 1980 - Chapeuzinho Vermelho (de Marcelo Motta)
* 1982 - O Segredo da Múmia (de Ivan Cardoso)
* 1984 - Padre Pedro E a Revolta das Crianças (de Francisco Cavalcanti)
* 1985 - O Filho do Sexo Explícito (de Francisco Cavalcanti)
* 1986 - A Hora do Medo (de Francisco Cavalcanti)
* 1987 - As Belas da Billings (de Ozualdo Ribeiro Candeias)
* 1987 - Horas Fatais (de Francisco Cavalcanti e Clery Cunha)
* 1989 - Dama de Paus (de Mário Vaz Filho)
* 1990 - O Gato de Botas Extraterrestre (de Wilson Rodrigues)
* 1996 - Babu e a Vingança Maldita(de Cesar Nero)
* 1997 - Ed Mort (de Alain Fresnot)
* 1997 - A Filha do Pavor (de Andréa Pasquini)
* 2001 - Dr. Bartolomeu e a Clínica do Sexo (de Mário Lima e Tom Camps)
* 2001 - Tortura Selvagem - A Grade (de Afonso Brazza)
* 2004 - Um Show de Verão (de Moacyr Góes)
* 2005 - A Marca do Terror (de Ivan Cardoso)
* 2009 - A Cruz e o Pentagrama (de Cesar Nero)Principais Prêmios e Indicações

À Meia-Noite Levarei Sua Alma

* Prêmio Especial no Festival Internacional de Cine Fantástico y de Terror Sitges (Espanha), em 1973;
* Prêmio L’Ecran Fantastique para originalidade, em 1974;
* Prêmio Tiers Monde da imprensa mundial, na III Convention du Cinéma Fantastique (França), em 1974.

Ritual dos Sádicos (O Despertar da Besta)

* Melhor ator (José Mojica Marins) e Melhor Roteiro (Rubens Lucchetti), no Rio-Cine Festival, em 1986.

Encarnação do Demônio

* Troféu Menina de Ouro de Melhor filme de ficção por júri oficial e crítica, Melhor fotografia (José Roberto Eliezer), Melhor montagem (Paulo Sacramento), Melhor edição de som (Ricardo Reis), Melhor direção de arte (Cássio Amarante) e Melhor trilha sonora (André Abujamra e Marcio Nigro) no 1º Festival Paulínia de Cinema, em 2008;
* Melhor Diretor de Cinema (José Mojica Marins), no 2º Prêmio Quem de Cinema, 2008;
* Melhor Melhor Ator (José Mojica Marins) e Melhor Direção de Arte (Cassio Amarante), tendo sido indicado a Melhor Direção (José Mojica Marins), Melhor Roteiro (Dennison Ramalho e José Moijica Marins), Melhor Atriz (Cléo de Paris), Melhor Ator Coadjuvante (Jece Valadão), Melhor Atriz Coadjuvante (Helena Ignez) e Melhor Trilha Sonora (André Abujamra e Marcio Nigro), no V Prêmio FIESP/SESI-SP de Cinema Paulista, em 2009.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Mojica_Marins

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Silvio de Abreu

Silvio de Abreu (São Paulo, 20 de dezembro de 1942), nascido como Silvio Eduardo de Abreu, é um ator, diretor, roteirista e autor de telenovelas e minisséries brasileiro.

É famoso pelo estilo policial que adota em suas obras. Entre suas telenovelas mais famosas estão Guerra dos Sexos, A Próxima Vítima e Torre de Babel. Atualmente se encontra escrevendo a atual novela das oito, Passione.

Biografia

Formado em cenografia pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD-USP). A carreira teve início ao trabalhar como um ator, pouco conhecido, em teatro (Tchin Tchin, ao lado de Cleyde Yáconis e Stênio Garcia), telenovela (A Muralha, Os Estranhos e A Próxima Atração) e cinema (A Super Fêmea, com Vera Fischer e John Herbert). Após um período, passou a ser diretor de filmes bastante identificados com a chamada pornochanchada, gênero este bastante em evidência no cinema nacional dos anos 70, como A Árvore dos Sexos (1977) e Mulher Objeto (1980). Foi também assistente de Carlos Manga no filme O Marginal.

A estreia como autor de novelas se deu em 1977, ao adaptar em parceria com o crítico cinematográfico Rubens Ewald Filho o clássico romance Éramos Seis, de Maria José Dupré, na terceira versão para a televisão, que obteve relevante sucesso e firmou parcerias com dois atores que seriam frequentes nos trabalhos posteriores: Gianfrancesco Guarnieri e Nicete Bruno. Transferiu-se para a Rede Globo em seguida, com Pecado Rasgado (1978). A novela não seria um sucesso, devido em parte à inexperiência de Silvio no meio e a desentendimentos com o diretor da trama, Régis Cardoso, o que acabou causando um afastamento do meio televisivo.Substituiu o consagrado Cassiano Gabus Mendes, a quem vê como uma grande influência, na redação do texto de Plumas e Paetês (1980). O autor sofrera um infarto e, mesmo sem conhecê–lo pessoalmente, indicara o seu nome para substituí-lo. Silvio aceitou prontamente esta incumbência e, curiosamente sem ter visto um capítulo sequer da história, direcionou-a para índices recordes de audiência. Prosseguiu com a novela Jogo da Vida (1981), outro grande sucesso, baseada no argumento de Janete Clair. Depois vieram inúmeras outras novelas de sucesso: Guerra dos Sexos (1983), que o consagrou nacionalmente, Cambalacho (1986) e Sassaricando (1987).

As principais produções nos anos 90 foram Rainha da Sucata (1990), que marcou a estreia do autor no horário nobre, Deus Nos Acuda (1992), e a policial A Próxima Vítima (1995), que mostrou a público temas importantes e polêmicos como prostituição por vocação, homossexualismo masculino e adultério. Para exportá-la ao exterior, foi preciso criar outro desfecho a fim de que não se perdesse o mistério. Silvio também eliminou algumas cenas, a fim de manter a coerência da história. A novela seguinte, Torre de Babel (1998), recebeu muitas críticas negativas e causou polêmica devido ao excesso de cenas de violência e abordagem de temas como lesbianismo, uso de drogas, violência doméstica e assassinatos frios. Escreveu também a minissérie Boca do Lixo (1990), que consagrou a atriz Sílvia Pfeifer, então iniciante. O autor renovou a linguagem televisiva por meio da utilização de um estilo mais cinematográfico, ágil e vibrante, e pela incorporação da comédia nonsense, pastelão, como um gênero do meio.Também escreveu a novela As Filhas da Mãe (2001), um fracasso de audiência que saiu do ar dez semanas antes do previsto. Apesar de ser aclamada pelas classes A e B, a novela não atingia o público maior - as classes D e E. Esse público simplesmente não entendia a trama, por isso não gostava.

Silvio, além de ser mestre em comédias, também é mestre no killer, desde A Próxima Vítima, exibida em 1995, e como fez recentemente com Belíssima. Outra característica importante de Silvio é a repetição de personagens nas novelas, como em Rainha da Sucata, onde a personagem Dona Armênia (Aracy Balabanian) e seus três filhos voltaram em sua novela seguinte (Deus nos Acuda), e Jamanta, de Cacá Carvalho, originalmente em Torre de Babel e posteriormente em Belíssima (2005).

Foi supervisor de texto também de Carlos Lombardi na primeira novela deste como autor titular: Vereda Tropical (1984) e de João Emanuel Carneiro em Da Cor do Pecado, também na primeira novela solo (2004), ambas com grande sucesso. Exerceu novamente esta função na primeira telenovela solo de Elizabeth Jhin, Eterna Magia (2007), embora, neste caso, a novela venha sendo marcada pelo insucesso, e em Beleza Pura (2008), de moderada repercussão, única novela da autora Andréa Maltarolli, falecida precocemente pouco tempo depois de sua exibição. Atualmente está de volta à titularidade, escrevendo a presente novela das oito, Passione.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Silvio_de_Abreu

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Jack Nicholson, Um Estranho no Ninho

Jack Nicholson (nome artístico de John Joseph Nicholson, Nova Iorque, 22 de abril de 1937) é um ator norte-americano, premiado com sete Globos de Ouro durante sua carreira. É conhecido por seu estilo irônico e algumas vezes obscuro, engraçado ou neurótico de dar vida às personagens que interpreta. Foi indicado ao Óscar doze vezes, vencendo em três oportunidades. Era dublado no Brasil na maioria de seus filmes por Darcy Pedrosa.

Nicholson nasceu no Hospital Bellevue em Nova Iorque e sua mãe, June Frances Nicholson (cujo o nome de solteira era June Nilson), descendente de ingleses e iranianos. June era artista (dançarina) e se envolvera com um homem casado que trabalhava no mesmo meio que ela, o ítalo-americano Donald Furcillo (cujo nome artístico era Donald Rose). Os dois chegaram a se casar em Elkton, Estado de Maryland, em 16 de Outubro de 1936, com Furcillo se tornando bígamo. Furcillo se ofereceu para tomar conta de Jack quando ele nasceu mas a mãe de June, Ethel, insistiu para que o entregasse, pois queria que sua filha continuasse com a carreira de dançarina.

Assim, Jack cresceu acreditando que seus avós John (um decorador de janelas de loja de departamentos em Asbury Park, Nova Jersey) e Ethel May Nicholson, uma cabeleireira e tratadora cosmética, e artista amadora em Neptune, Nova Jersey, eram seus pais.

Ele fez o curso médio em Manasquan High School, onde um prêmio dramático agora leva seu nome, em sua homenagem. Nicholson descobriu que seus pais eram na verdade seus avós, e sua irmã na verdade era sua mãe, apenas em 1974, após ser informado por um jornalista da Time que estava escrevendo sobre ele, enquanto filmava The Fortune. Nesta época, tanto sua mãe quanto sua avó já tinham falecido (em 1963 e 1970).Jack Nicholson declarou que não sabe quem é seu pai, dizendo que "apenas Ethel e June sabiam, e nunca contaram a ninguém". Apesar de Donald Furcillo dizer ser pai de Nicholson e ter cometido bigamia ao se casar com June, a biografia de Patrick McGilligan, A Vida de Jack, publicada em dezembro de 1995, afirma que Eddie King, empresário de June, poderia ser o pai, e outras fontes sugeriram que June Nicholson não estava certa sobre quem era o pai.

Jack Nicholson escolheu não fazer um teste de DNA ou procurar saber sobre isso. Apesar de, pessoalmente, Nicholson ser contra o aborto, ele é a favor da liberdade de escolha: "sou muito contrário à minha posição em termos do aborto porque sou realmente contra ele. Não tenho direito a nenhum outro ponto de vista. Minha única emoção é gratidão, literalmente, por minha vida".

Em sua vida pessoal adulta, Nicholson é notório por ser incapaz de "sossegar". Sabe-se que ele tem quatro filhos com três diferentes mães, apesar de ter se casado apenas uma vez. Seus filhos são Jennifer Nicholson (com sua agora ex-mulher Sandra Knight), Caleb Goddard (com Susan Anspach, co-estrela em Five Easy Pieces), e Lorraine e Raymond Nicholson (com Rebecca Broussard). Ele foi romanticamente ligado a várias atrizes e modelos por décadas. O relacionamento mais longo de Nicholson durou 17 anos, com a atriz Anjelica Huston, a filha do lendário diretor John Huston.

Prêmios

* Ganhou dois Óscar de Melhor Ator (principal), por Um Estranho no Ninho (1975) e Melhor é Impossível (1997).
* Ganhou um Óscar de Melhor Ator (coadjuvante/secundário), por Laços de Ternura (1983).

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jack_Nicholson

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Vin Diesel, O Careca Veloz & Furioso

Mark Sinclair Vincent, mais conhecido como Vin Diesel, (Nova Iorque, 18 de Julho de 1967) é um ator, roteirista e produtor de cinema norte-americano.

Biografia

A carreira de Vin Diesel iniciou quando ele foi aceito na companhia de seu pai e, em pouco tempo, ele já atuava em produções teatrais no circuito Off-Broadway.

Matriculou-se na Hunter College, onde estudava Inglês. Após 3 anos, o rapaz abandonou os estudos para se dedicar mais à sua carreira de ator, viajou para Los Angeles e, mesmo sendo um respeitado e experiente actor de teatro, ele não conseguiu impressionar ninguém em Hollywood e, após um ano de tentativas, volta para Nova York. A mãe deu-lhe um livro "Filmes ao Preço de Carros Usados", de Rick Schmidt. O livro demostrou a Vin que ele poderia controlar a sua carreira, fazendo os seus próprios filmes.

Conseguiu três mil dólares, escreveu uma história baseada nas suas próprias experiências e filmou em menos de três dias, a curta-metragem Multi-Facial (1994). O filme de 20 minutos foi escrito, produzido, dirigido e estreado por Diesel e mostra a vida de um aspirante a actor que, para conseguir um papel, finge ter uma nacionalidade diferente a cada teste que comparece, mas acabava sempre dando-se mal. O filme acabou por ser exibido no Festival de Cannes e ganhou alguns fãs de peso, entre eles Steven Spielberg, que anotou o nome do ator para, quem sabe, usá-lo num futuro próximo.

Feliz com o curta, voltou para Los Angeles e, através de uma campanha de telemarketing, conseguiu quase 50 mil dólares para financiar a sua primeira longa-metragem, "Strays"(1997) e, seis meses após o fim das filmagens, ele foi aceito para o Festival de Cinema de Sundance. Chamou mais uma vez a atenção de Steven Spielberg, que, ainda impressionado com a atuação de Diesel em "Multi-Facial", queria conhecê-lo. Foi convidado para ser um dos soldados comandados por Tom Hanks no premiado O Resgate do Soldado Ryan (1998), filme que ainda contava com Matt Damon, Edward Burns, Giovanni Ribisi e outros. Em 2000, Vin Diesel interpretou o anti-herói Riddick no filme Pitch Black.Vendo o bom trabalho de Diesel, os produtores do filme Velozes e Furiosos (2001) resolveram dar a Vin Diesel uma personagem de destaque na sua nova produção. Diesel Interpretaria o antagonista do personagem interpretado pelo actor Paul Walker. Com o nome em alta, Diesel actuou na comédia de acção Filhos da máfia (2001), ao lado de Barry Pepper, Seth Green e John Malkovich. O seu próximo trabalho realmente colocou-o na elite de Hollywood, sendo o agente secreto Xander Cage de Triplo X (2002), também estreado por Samuel L. Jackson e Asia Argento. Em 2004, Vin Diesel interpretou novamente o anti-herói Riddick no filme The Chronicles of Riddick.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Vin_diesel

Marcelo Tas, o âncora do programa CQC

Marcelo Tristão Athayde de Souza, mais conhecido pelo pseudônimo de Marcelo Tas (Ituverava, 10 de novembro de 1959), é um diretor, apresentador de televisão, escritor e roteirista de televisão brasileiro.

Biografia

Nascido em 1959, Marcelo Tristão Athayde de Souza é uma das personagens mais polivalentes da mídia brasileira, tendo sido repórter, ator, apresentador, roteirista e diretor de diversos programas de televisão e rádio.

Iniciou sua carreira na televisão em 1983 no programa 23ª hora, uma mixagem de reportagens e vídeos produzido pelo jornalista Goulart de Andrade na TV Gazeta de São Paulo. Goulart convidou a produtora Olhar Eletrônico, da qual faziam parte Marcelo Tas, Fernando Meirelles, Tonico Ramos e Marcelo Machado, entre outros, para preencher parte do seu programa, após conhecê-los em um dos festivais Vídeo Brasil, do Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo. Em 1984, apresentou na mesma emissora o programa Crig-Rá endereçado aos jovens com reportagens e videos clips (inclusive com apresentações de vídeos da MTV estadunidense, então desconhecida no Brasil) com o seu personagem Bob Mc Jack. Ficou conhecido pelo seu personagem humorístico Ernesto Varela, um repórter fictício que ironizava personalidades políticas da época da abertura, dirigindo-lhes perguntas desconcertantes. Ficou célebre e entrou para a história com a sua pergunta direta a Paulo Maluf que, surpreso, virou as costas e deixou a sala em que estavam:

"Muitas pessoas não gostam do senhor, dizem que o senhor é corrupto. É verdade isso, deputado?".Já na Rede Globo, cobrindo para o programa Fantástico os bastidores da Copa do Mundo de 1986, fez uma entrevista ácida com o então dirigente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e deputado federal Nabi Abi Chedid, que ganhou repercussão.

Também foram marcantes suas participações nos programas Video Show na Rede Globo (entre abril e agosto de 1987, onde apresentou o programa ao lado de Miguel Falabella e ficou conhecido como "Cabeça Branca"), Vitrine na TV Cultura, e Saca-Rolha, ao lado de Lobão e Mariana Weickert na Rede 21 e posteriormente na PlayTV bem como sua atuação como diretor e roteirista de programas premiados internacionalmente, como o Rá-Tim-Bum (onde interpretava o estereotipado Professor Tibúrcio) e o Castelo Rá-Tim-Bum (Telekid, que respondia sempre o "porque sim não é resposta"). Escreveu ainda o roteiro para o Programa Legal e coordenou a criação de 1.140 edições do Telecurso 2000.

É graduado em engenharia civil pela Escola Politécnica da USP, em 1982. Iniciou o curso de graduação em rádio e TV pela Escola de Comunicação e Artes da USP em 1980, mas não o concluiu. Tem curso de Aperfeiçoamento Profissional em Cinema e Televisão e em Multimídia e Novas Tecnologias pelo Fulbright Scholarship Program na Tish School of Arts da Universidade de Nova Iorque, realizados entre 1987 e 1988.

Tas já foi colunista do jornal O Estado de S. Paulo (caderno "Link", 2004-2005). A partir de março de 2008, tornou-se apresentador do programa CQC, na Band, ao lado de Rafinha Bastos e Marco Luque, o que lhe rendeu maior projeção nacional na década de 2000. O programa, que segue uma linha de perguntas humorísticas sobre questões políticas fez relembrar Ernesto Varela, antigo personagem seu. Marcelo também tem o seu próprio blog, o Blog do Tas, iniciado em agosto de 2003 no UOL e transferido para o portal Terra em outubro de 2010.

Em novembro de 2009 Tas lançou um livro, intitulado Nunca antes na história deste país. O livro é baseado nas frases mais polêmicas e engraçadas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, principalmente durante o período em que exerce a presidência da República (de 2003 até 2009, quando da publicação do livro).

Em 31 de dezembro de 2009 estreou no canal pago Cartoon Network seu novo programa intitulado Plantão do Tas, uma espécie de telejornal só que com notícias fictícias e voltado ao público infantil.

Personagens

* Cabeça Branca
* Ernesto Varela
* BobMacJack
* Telekid
* Professor Tibúrcio

Atualmente, Tas é o âncora do programa CQC, na TV Bandeirantes e autor do “Blog do Tas”, no Terra, um dos blogs mais premiados do país.

Tas já foi agraciado com vários prêmios no Brasil e no exterior, entre eles a bolsa da Fullbright Comission, quando foi artista residente na NYU- New York University, nos Estados Unidos.

http://twitter.com/marcelotas/

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcelo_tas
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