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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Marco Maciel, 23° vice-presidente do Brasil

Marco Antônio de Oliveira Maciel (Recife, 21 de julho de 1940) é um político brasileiro.

Foi deputado, governador biônico de Pernambuco, senador e vice-presidente da República (de 1995 a 2002). Exerce o cargo de senador de 2003 até 2011. Professor de Direito Internacional Público da Universidade Católica de Pernambuco (licenciado). Presidente da Câmara dos Deputados (1977/1979). Ministro de Estado da Educação e Cultura (1985/1986). Ministro-chefe do Gabinete Civil da Presidência da República (1986/1987), quando assume o mandato de senador. Eleito Presidente do PFL, em 1987. Reeleito senador em 1990, em 1994 é eleito vice-presidente da República Federativa do Brasil. Retornou ao senado, eleito em 2002. Assumiu, em 2007, a presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Nas eleições de 2010, surpreendentemente a princípio, não conseguiu se eleger para um novo mandato no Senado, ficando em terceiro lugar na votação.Biografia

Filho de José do Rego Maciel e Carmen Sílvia Cavalcanti de Oliveira formou-se em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco atuando depois como advogado. Quando nos bancos universitários iniciou sua vida pública ao ser eleito presidente da União Metropolitana dos Estudantes de Pernambuco, em 1963, realizando uma gestão que o levaria a romper com a cúpula da União Nacional dos Estudantes. A eleição para a UME contou com o apoio financeiro do IPES - Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais, organização de direita criada no fim de 1961. Nos anos vindouros Marco Maciel se filiaria a ARENA, partido que apoiava o regime de ditadura militar então instaurado, e passaria a atuar na política partidária na qual estreou em 1966 ao se eleger deputado estadual e a seguir deputado federal nos anos de 1970 e 1974.No decurso de seu segundo mandato foi eleito presidente da Câmara dos Deputados para o biênio 1977/1979 e em sua gestão o presidente Ernesto Geisel decretou o recesso do Congresso Nacional através do Ato Complementar 102 em 1 de abril de 1977 com o intuito de aprovar a reforma judiciária que fora rejeitada pelo parlamento que seria reaberto em 14 de abril após a outorga de duas emendas constitucionais e de seis decretos-leis regulamentando a reforma do judiciário e a reforma política, esta última caracterizada pela instituição dos chamados senadores biônicos. Contrário à supressão das prerrogativas do Congresso Nacional Marco Maciel não tomou parte nas cerimônias que marcaram a vigência das medidas baixadas pelo Poder Executivo, mas fiel ao seu estilo discreto não polemizou a respeito do assunto e em sinal de reconhecimento por sua postura foi indicado governador biônico de Pernambuco pelo próprio Geisel em 1978.

Ao longo de sua gestão montou uma equipe de técnicos e políticos que cerraram fileiras nas eleições de 1982 quando o PDS pernambucano obteve um apertado triunfo contra os oposicionistas do PMDB tendo à frente o senador Marcos de Barros Freire então candidato a governador. Eleito senador naquele ano Maciel teve seu nome lembrado como uma das alternativas civis à sucessão do presidente João Figueiredo em face, sobretudo, de sua grande capacidade de articulação.Frente Liberal

À medida que os debates sobre a sucessão presidencial tomavam forma as lideranças do PDS viam surgir diversos nomes que tencionavam a indicação oficial do partido, dentre os quais Marco Maciel. Entretanto a contenda derradeira aconteceu em 11 de agosto de 1984 quando o deputado federal paulista Paulo Maluf derrotou o Ministro do Interior Mario Andreazza na convenção nacional do PDS por 493 votos a 350, fato esse que serviu como senha para que os dissidentes da legenda se agrupassem na chamada Frente Liberal (embrião do PFL, o atual Democratas) e a seguir hipotecassem o seu apoio à candidatura de Tancredo Neves o candidato das forças de oposição ao Regime Militar de 1964. Para a oficialização do acordo os partidários de Tancredo deveriam escolher um dos quadros da dissidência governista como candidato a vice-presidente e a escolha recaiu sobre o senador maranhense José Sarney, embora o próprio ungido tenha sugerido, sem sucesso, o nome de Marco Maciel. Hábil na costura dos acordos políticos que asseguraram a vitória oposicionista no Colégio Eleitoral logo o nome de Marco Maciel foi confirmado como o novo Ministro da Educação sendo o titular dessa pasta de 15 de março de 1985 até 14 de fevereiro de 1986 quando o presidente José Sarney (efetivado após a morte de Tancredo Neves) o remanejou para a chefia da Casa Civil onde Maciel permaneceu até 30 de abril de 1987.Vice-presidente

De volta ao Senado Federal manteve seu apoio ao governo Sarney o que não o impediu de ser um dos entusiastas do apoio do PFL a Fernando Collor de Mello nas eleições presidenciais de 1989 mesmo diante da candidatura pefelista de Aureliano Chaves. Com a vitória de Collor em segundo turno sobre Luiz Inácio Lula da Silva o Partido da Frente Liberal passa a ocupar a base política do novo presidente. Reeleito senador em 1990 Marco Maciel passou à condição de líder do governo Collor no Senado função da qual declinou quando o processo de impeachment do presidente se apresentou irreversível. Em agosto de 1994 foi escolhido pelo PFL como o novo candidato a vice-presidente da República em substituição ao senador alagoano Guilherme Palmeira em virtude de denúncias de irregularidades na destinação de emendas orçamentárias que pesavam sobre esse último sendo eleito e reeleito como companheiro de chapa de Fernando Henrique Cardoso em 1994 e 1998, respectivamente. Sua postura discreta permaneceu inalterada mesmo diante dos episódios que levaram ao rompimento do PFL com o governo federal às vésperas das eleições de 2002 nas quais Marco Maciel conquistou seu terceiro mandato como senador pelo estado de Pernambuco.

ImortalMarcos Vilaça, Marco Maciel, Celso Lafer, Cláudio Lembo e Arnaldo Niskier

* Em 1991 foi eleito para a cadeira 22 da Academia Pernambucana de Letras, antes ocupada pelo Monsenhor Severino Nogueira Leite, tomando posse em 27 de julho de 1992.
* Em 2003 foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, na cadeira do antecessor Roberto Marinho.











Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Marco_maciel

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Wyclef Jean, e o The Fugees

Wyclef Jean (AFI: [ˈʍaɪ.klɛf dʒɑn]) (Croix-des-Bouquets, 17 de Outubro de 1969) é um rapper e produtor musical haitiano. Ele é mais conhecido por ter sido membro do trio de hip-hop The Fugees, ao lado de Lauryn Hill e Pras Michel e por ter feito parceria no single Hips Don't Lie com a cantora Shakira. Em 2007, no seu album chamado "Carnival Vol. II: Memoirs of an Immigrant", a cantora/compositora/bailarina Daniela Mercury fez uma participação na música "Touch Your Button Carnival Jam: Let Me Touch Your Button/Carnival/Rouge et Bleu" que ainda conta com as presenças de will.i.am, Melissa Jiménez, Machel Montano, Black Alex, Shabba & Djakout Mizik. Agora em 2009 foi a vez de Daniela convidá-lo para cantar e ser co-autor na música "Life is beautiful" do seu 13º album de estudio intitulado "Canibália".

Em 5 de agosto de 2010 oficializou sua candidatura à presidência do Haiti, que ocorrerão em 28 de novembro desse ano[1]. Wyclef não reside em seu país natal há mais de 30 anos. Também descobriu que nasceu em 69, não em 72, como pensava.Discografia

* 1997: Faz uma participação com as Destiny's Child, cantando a música "No No No (Part 1)"
* 1997: Wyclef Jean Presents The Carnival Featuring the Refugee All-Stars
* 2000: The Ecleftic: 2 Sides II a Book
* 2001: Wish You Were Here (Single, data de lançamento: 23 de novembro)
* 2002: Masquerade
* 2002: One Nite Stand com a cantora alemã Sarah Connor
* 2003: The Preacher's Son
* 2004: Sak Pasé Presents: Creole 101 (Welcome to Haïti)
* 2004: Gravou "Dance Like This" com Claudette Ortiz para a trilha-sonora de Dirty Dancing: Noites de Havana
* 2004: Hotel Rwanda - trilha do filme (Música: Million Voices)
* 2006: Gravou "Hips Don't Lie / Será, Será" (um remake de "Dance Like This") com a cantora colombiana Shakira
* 2006: Gravou "Why Don't We (Aman Aman)" com o cantor turco Tarkan
* 2006: Gravou "Nuestro Himno" com Pitbull, Carlos Ponce, Olga Tañón e outros.
* 2006 Gravou "Heaven's in New York" para a trilha-sonora de One Last Thing
* 2007 Gravou "Sweetest Girl" com Akon, Lil' Wayne e Nia
* Lançou o disco Carnival, Vol. 2: Memoirs of an Immigrant [Deluxe Edition] em 2007
* 2009: Participou cantando e compondo na faixa "The Life Is Beautiful" do CD "Canibália" de Daniela Mercury
* 2009: Gravou "Spy" com Shakira
* 2010: Participou da Gravação da Musica "We Are The World 25 For Haiti" junto com varios outros artistas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Wyclef_Jean

terça-feira, 16 de novembro de 2010

José Alencar, 24° vice-presidente do Brasil

José Alencar Gomes da Silva (Muriaé, 17 de outubro de 1931), é um empresário e político brasileiro.

Foi senador pelo estado de Minas Gerais, e desde 1 de janeiro de 2003 é o vice-presidente do Brasil.

Sendo um dos maiores empresários do estado de Minas Gerais, construiu um império no ramo têxtil, sendo a Coteminas sua principal empresa. Elegeu-se vice-presidente da República do Brasil na chapa do candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, conseguindo a reeleição em 2006, assegurando, portanto, a permanência no cargo até o final de 2010.

Foi, ao início, um vice-presidente polêmico, tendo sido uma voz discordante dentro do governo contra a política econômica defendida pelo ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, que mantém os juros altos na tentativa de conter a inflação e manter a economia sob controle.

Já a partir de 2004, passou a acumular a vice-presidência com o cargo de ministro da Defesa. Por diversas oportunidades, demonstrou-se reticente quanto à sua permanência em um cargo tão distinto de seus conhecimentos empresariais, mas a pedidos do presidente Lula, exerceu a função até março de 2006. Nesta ocasião, renunciou para cumprir as determinações legais com o intuito de poder participar das eleições de 2006. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009[1].

Biografia

Filho de Antônio Gomes da Silva e Dolores Peres Gomes da Silva, começou a trabalhar com sete anos de idade, ajudando o pai em sua loja. Tinha 14 irmãos e irmãs. Quando fez quinze anos, em 1946, foi trabalhar como balconista numa loja de tecidos conhecida por "A Sedutora". Em maio de 1948, mudou-se para Caratinga, para trabalhar na "Casa Bonfim". Notabilizou-se como grande vendedor, tanto neste último emprego, quanto no anterior. Ainda durante sua infância, entrou para o movimento escoteiros.[2]Aos dezoito anos, iniciou seu próprio negócio. Para isto contou com a ajuda do irmão Geraldo Gomes da Silva, que lhe emprestou quinze mil cruzeiros. Em 31 de março de 1950, abriu a sua primeira empresa, denominada "A Queimadeira", localizada na cidade de Caratinga. Vendia diversos artigos: chapéus, calçados, tecidos, guarda-chuvas, sombrinhas, etc. Manteve sua loja até 1953, quando decidiu vendê-la e mudar de ramo.

Iniciou seu segundo negócio na área de cereais por atacado, ainda em Caratinga. Logo em seguida participou - em sociedade com José Carlos de Oliveira, Wantuil Teixeira de Paula e seu irmão Antônio Gomes da Silva Filho - de uma fábrica de macarrão, a "Fábrica de Macarrão Santa Cruz".

No final de 1959 seu irmão Geraldo faleceu. Assumiu então os negócios deixados por ele na empresa União dos Cometas. Em homenagem ao irmão, a razão social foi alterada para Geraldo Gomes da Silva, Tecidos S.A.

Em 1963, constituiu a Companhia Industrial de Roupas União dos Cometas, que mais tarde passaria a se chamar Wembley Roupas S.A. Em 1967, em parceria com o empresário e deputado Luiz de Paula Ferreira, fundou, em Montes Claros, a Companhia de Tecidos Norte de Minas, Coteminas. Em 1975, inaugurava a mais moderna fábrica de fiação e tecidos que o país já conheceu.

A Coteminas cresceu e hoje são onze unidades que fabricam e distribuem os produtos: fios, tecidos, malhas, camisetas, meias, toalhas de banho e de rosto, roupões e lençóis para o mercado interno, para os Estados Unidos, Europa e Mercosul.

Na vida política, foi presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, presidente da FIEMG (SESI, SENAI, IEL, CASFAM) e vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria. Candidatou-se às eleições para o governo de Minas Gerais em 1994 e, em 1998, disputou uma vaga no Senado Federal, elegendo-se com quase três milhões de votos. No Senado, foi presidente da Comissão Permanente de Serviço de Infra-Estrutura - CI, membro da Comissão Permanente de Assuntos Econômicos e membro da Comissão Permanente de Assuntos Sociais.

José Alencar possui um delicado histórico médico. Desde o ano 2000, enfrenta um câncer na região abdominal e já passou por mais de 15 cirurgias - uma delas com duração superior a 20 horas. Em sua longa batalha contra o câncer, submeteu-se a um tratamento experimental nos Estados Unidos, com resultado inconclusivo. Em 2010, após repetidas internações e intevenções médicas, decidiu desistir de se candidatar ao Senado, por considerar uma injustiça com os eleitores.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Alencar

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Esperidião Amin

Esperidião Amin Helou Filho (Florianópolis, 21 de dezembro de 1947) é um político brasileiro. Foi senador da Republica entre 1991 e 1999 e presidente nacional do Partido Progressista. É formado em Administração pela Escola Superior de Administração e Gerência (ESAG) e em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina, onde atualmente é professor titular no curso de Administração. É casado com a também política e hoje deputada federal Ângela Amin e tem três filhos. É torcedor assumido, desde criança, do Avaí Futebol Clube[1].

Foi por duas vezes governador do estado de Santa Catarina e também prefeito de Florianópolis por duas ocasiões: entre 1975 e 1978, nomeado pelo governo militar, e depois já por voto direto, entre 1988 e 1990. Em 1994, concorreu à presidência da República, sendo o sexto candidato mais votado. Em 1998, foi eleito governador de Santa Catarina. Em 2002, tentou a reeleição, mas perdeu para Luiz Henrique da Silveira no segundo turno, mesmo tendo ficado em primeiro lugar no primeiro turno.

No ano de 2006 concorreu novamente ao governo de Santa Catarina, perdendo, pela segunda vez consecutiva, o segundo turno para o candidato Luiz Henrique da Silveira. Teve 1.073.053 votos no primeiro turno, e 1.511.916 no segundo (47,29% dos votos válidos).Candidato a prefeito de Florianópolis em 2008, foi o segundo colocado, com 43,32% dos votos, disputando com Dário Berger, que obteve 57,68% dos votos, no segundo turno das eleições. Mesmo o apoio de ex-adversários, como a comunista Angela Albino, não foi suficiente para evitar a vitória do rival do PMDB. Em 2004, Dário, então no PSDB, venceu Chico Assis, do PP de Amin e o ex-petista Afrânio Boppré, hoje no PSOL. Boppré teve como apoiadora Angela Albino, do PCdoB. Esperidião Amin foi eleito, no dia 03 de outubro de 2010,a Deputado Federal pelo PP sendo o segundo mais votado.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Esperidi%C3%A3o_amin

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

José Serra

José Serra (São Paulo, 19 de março de 1942) é um economista e político brasileiro, filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Em 2006 foi eleito governador do estado de São Paulo já no primeiro turno, fato inédito no estado até então (Geraldo Alckmin do mesmo partido viria a repetir o feito em 2010).

Ocupou o cargo de governador do estado de São Paulo no período de 1 de janeiro de 2007 até 2 de abril de 2010, quando renunciou ao cargo para se candidatar pela segunda vez à Presidência da República. Serra já exerceu também os mandatos de deputado federal constituinte (1987-1991), deputado federal (1991-1995), senador (1995-2003) e prefeito de São Paulo (2005-2006) e os cargos de secretário de Planejamento de São Paulo (1983/1986), ministro do Planejamento e Orçamento (1995-1996) e ministro da Saúde (1998-2002). José Serra foi candidato à Presidência da República pela coligação PSDB-PMDB em 2002, tendo sido derrotado no segundo turno por Luís Inácio Lula da Silva.

Serra foi o candidato do PSDB à Presidência da República nas eleições de 2010, tendo sido derrotado no segundo turno por Dilma Rousseff, depois de ter se tornado o único pré-candidato do partido diante da desistência oficial de Aécio Neves (PSDB-MG), anunciada em 17 de dezembro de 2009.Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.

Possui Mestrado em Economia pela Escola de Pós-Graduação em Economia da Universidade do Chile, com segundo Mestrado e Doutorado em Economia pela Universidade de Cornell.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Serra

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Leonel Brizola, o único político eleito pelo povo para governar dois estados diferentes (Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro) na História do Brasil

Leonel de Moura Brizola[1] (Carazinho, 22 de janeiro de 1922 — Rio de Janeiro, 21 de junho de 2004) foi um político brasileiro.

Lançado na vida pública por Getúlio Vargas, foi o único político eleito pelo povo para governar dois estados diferentes (Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro) em toda a História do Brasil. Exerceu também a presidência de honra da Internacional Socialista.

Nascido no vilarejo de Cruzinha, hoje interior de Carazinho, então pertencente ao município de Passo Fundo, era filho de camponeses migrados de Sorocaba. Batizado como Itagiba de Moura Brizola, cedo adotou o nome de um líder maragato da Revolução de 1923, Leonel Rocha.

Foi prefeito de Porto Alegre, deputado estadual e governador do Rio Grande do Sul, deputado federal pelo Rio Grande do Sul e pelo extinto estado da Guanabara, e duas vezes governador do Rio de Janeiro.Sua influência política no Brasil durou aproximadamente cinquenta anos, inclusive enquanto exilado pelo Golpe de 1964, contra o qual foi um dos líderes da resistência.

Por duas vezes foi candidato a presidente do Brasil pelo PDT, partido que fundou em 1980, não conseguindo se eleger. Morreu aos 82 anos de idade, vitimado por problemas cardíacos.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Leonel_Brizola

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Enéas Ferreira Carneiro "Meu nome é Enéas!"

Enéas Ferreira Carneiro (Rio Branco, 5 de novembro de 1938 — Rio de Janeiro, 6 de maio de 2007) foi um político e médico cardiologista brasileiro. Como político, fundou o extinto Partido da Reedificação da Ordem Nacional, o PRONA.

Após se candidatar por três vezes à Presidência da República (1989, 1994 e 1998), e uma vez à prefeitura de São Paulo,em 2002 foi eleito Deputado Federal pelo estado de São Paulo, recebendo votação recorde de mais de 1,57 milhão de votos.

Tornou-se muito famoso em todo o Brasil por seu bordão "Meu nome é Enéas!", usado sempre ao término de seus pronunciamentos no horário eleitoral gratuito brasileiro.Enéas Carneiro apresentava-se como um político nacionalista e radicalmente contrário ao aborto e à união civil de pessoas do mesmo sexo. Alguns críticos o associavam como um novo ícone do Movimento Integralista. Analistas enxergam Enéas como um fruto da democracia moderna, alegando que sua imagem excêntrica e seu bordão ("Meu nome é Enéas") se sobrepõem ao seu discurso hermético e intelectualizado frente às classes mais pobres da sociedade brasileira.

No início de 2006, Enéas passou por sérios problemas de saúde, uma pneumonia e uma leucemia mielóide aguda, fazendo com que ele optasse por retirar sua folclórica barba, antes que a quimioterapia o fizesse. Ainda em função de seus problemas de saúde, em junho de 2006 Enéas anunciou que desistiria de sua candidatura à Presidência da República e que concorreria novamente à Câmara de Deputados. Na nova campanha, mudou seu bordão para "Com barba ou sem barba, meu nome é Enéas". Foi reeleito com a quarta maior votação no estado de São Paulo, atingindo 386 905 votos, cerca de 1,90% dos votos válidos no estado.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/En%C3%A9as_Carneiro

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Tancredo Neves, "Doutor Tancredo"


Tancredo de Almeida Neves (São João del-Rei, 4 de março de 1910 — São Paulo, 21 de abril de 1985) foi um advogado, empresário e político brasileiro.

Em 15 de janeiro de 1985 foi eleito presidente do Brasil pelo voto indireto de um colégio eleitoral, mas adoeceu gravemente, em 14 de março do mesmo ano, véspera da posse, morrendo 39 dias depois, sem ter sido oficialmente empossado. Tancredo foi vítima de diverticulite, porém para alguns, a causa da sua morte até hoje não foi devidamente esclarecida, existindo suspeitas de que tenha sido envenenado por setores radicais das Forças Armadas, que não admitiam a redemocratização.

Apesar de ter falecido antes de ser empossado, pela lei nº 7.465, promulgada no primeiro aniversário de sua morte, seu nome deve figurar em todas as galerias de presidentes do Brasil. Tancredo foi o último mineiro a ser eleito presidente do Brasil.

Foi casado com Risoleta Guimarães Tolentino, com quem teve três filhos. Recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Coimbra. Era chamado por seus próximos por "Doutor Tancredo". É avô de Aécio Neves, governador de Minas Gerais entre 2003 a 2010.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tancredo_Neves
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