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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Millôr Fernandes, um dos fundadores do jornal O Pasquim.


Millôr Fernandes (Rio de Janeiro, 27 de maio de 1924) é um desenhista, humorista, dramaturgo, escritor e tradutor brasileiro.

Biografia

Carioca do Méier, nasceu Milton Viola Fernandes, tendo sido registrado, graças a uma caligrafia duvidosa, como Millôr, o que veio a saber adolescente. Aos dez anos de idade vendeu o primeiro desenho para a publicação O Jornal do Rio de Janeiro. Recebeu dez mil réis por ele. Em 1938 começou a trabalhar como repaginador, factótum e contínuo no semanário O Cruzeiro. No mesmo ano ganhou um concurso de contos na revista A Cigarra (sob o pseudônimo de "Notlim"). Assumiu a direção da publicação algum tempo depois, onde também publicou a seção "Poste Escrito", agora assinada por "Vão Gogo".

Em 1941 voltou a colaborar com a revista O Cruzeiro, continuando a assinar como "Vão Gogo" na coluna "Pif-Paf", o fazendo por 18 anos. A partir daí passou a conciliar as profissões de escritor, tradutor (autodidata) e autor de teatro.

Já em 1956 dividiu a primeira colocação na Exposição Internacional do Museu da Caricatura de Buenos Aires com o desenhista norte-americano Saul Steinberg. Em 1957, ganhou uma exposição individual de suas obras no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.Dispensou o pseudônimo "Vão Gogo" em 1962, passando a assinar "Millôr" em seus textos n'O Cruzeiro. Deixou a revista no ano seguinte, por conta da polêmica causada com a publicação de A Verdadeira História do Paraíso, considerada ofensiva pela Igreja Católica.

Em 1964 passou a colaborar com o jornal português Diário Popular e obteve o segundo prêmio do Salão Canadense de Humor. Em 1968 começou a trabalhar na revista Veja, e em 1969 tornou-se um dos fundadores do jornal O Pasquim.

Nos anos seguintes escreveu peças de teatro, textos de humor e poesia, além de voltar a expor no Museu de Arte Moderna do Rio. Traduziu, do inglês e do francês, várias obras, principalmente peças de teatro, entre estas, clássicos de Sófocles, Shakespeare, Molière, Brecht e Tennessee Williams.

Depois de colaborar com os principais jornais brasileiros, retornou à Veja em setembro de 2004, deixando a revista em 2009 devido a um desentendimento acerca da digitalização de seus antigos textos, publicados sem autorização no acervo on-line da publicação.[2]Obras

Prosa

* Eva sem costela – Um livro em defesa do homem (sob o pseudônimo de Adão Júnior) - 1946 - Editora O Cruzeiro.
* Tempo e contratempo (sob o pseudônimo de Emmanuel Vão Gogô) - 1949 - Editora O Cruzeiro.
* Lições de um ignorante - 1963 - J. Álvaro Editor
* Fábulas Fabulosas - 1964 - J. Álvaro Editor. Edição revista e ilustrada – 1973 - Nórdica
* Esta é a verdadeira história do Paraíso - 1972 - Livraria Francisco Alves
* Trinta anos de mim mesmo - 1972 - Nórdica
* Livro vermelho dos pensamentos de Millôr - 1973 – Nórdica. Edição revista e ampliada: Senac – 2000.
* Compozissõis imfãtis - 1975 - Nórdica
* Livro branco do humor - 1975 – Nórdica
* Devora-me ou te decifro – 1976 – L&PM
* Millôr no Pasquim - 1977 – Nórdica
* Reflexões sem dor - 1977 - Edibolso.
* Novas fábulas fabulosas - 1978 – Nórdica
* Que país é este? - 1978 – Nórdica
* Millôr Fernandes – Literatura comentada. Organização de Maria Célia Paulillo – 1980 Abril Educação
* Todo homem é minha caça - 1981 - Nórdica
* Diário da Nova República - 1985 – L&PM
* Eros uma vez – 1987 – Nórdica – Ilustrações de Nani
* Diário da Nova República, v. 2 - 1988 – L&PM
* Diário da Nova República, v. 3 – 1988 – L&PM
* The cow went to the swamp ou A vaca foi pro brejo – 1988 - Record
* Humor nos tempos do Collor (com L. F. Veríssimo e Jô Soares) – 1992 – L&PM
* Millôr definitivo - A bíblia do caos - 1994 – L&PM
* Amostra bem-humorada – 1997 – Ediouro – Seleção de textos de Maura Sardinha
* Tempo e contratempo (2ª edição) – Millôr revisita Vão Gogô - 1998 - Beca.
* Crítica da razão impura ou O primado da ignorância – Sobre Brejal dos Guajas, de José Sarney, e Dependência e Desenvolvimento na América Latina, de Fernando Henrique Cardoso – 2002 – L&PM
* 100 Fábulas Fabulosas – 2003 – Record
* Apresentações – 2004 – Record.
* Novas Fábulas E Contos Fabulosos (ilustrações de Angelisa) - 2007 - Desidratada.Poesia

* Papaverum Millôr – 1967 – Prelo. Edição revista e ilustrada: 1974 – Nórdica
* Hai-kais – 1968 – Senzala
* Poemas – 1984 – L&PM

Artes visuais

* Desenhos – 1981 – Raízes Artes Gráficas. Prefácio de Pietro Maria Bardi e apresentação de Antônio Houaiss.

Teatro (em livro)

* Teatro de Millôr Fernandes (inclui Uma mulher em três atos 1953, Do tamanho de um defunto 1955, Bonito como um deus 1955 e A gaivota 1959) – 1957 – Civilização Brasileira
* Um elefante no caos ou Jornal do Brasil ou, sobretudo, Por que me ufano do meu país – 1962 – Editora do Autor
* Pigmaleoa – 1965 – Brasiliense
* Computa, computador, computa – 1972 – Nórdica
* É... – 1977 – L&PM
* A história é uma istória – 1978 – L&PM
* O homem do princípio ao fim – 1982 – L&PM
* Os órfãos de Jânio – 1979 – L&PM
* Duas tábuas e uma paixão – 1982 – L&PM (nunca encenada)

Teatro (não editado em livro)

* Diálogo da mais perfeita compreensão conjugal - 1955
* Pif, tac, zig, pong – 1962
* A viúva imortal – 1967
* A eterna luta entre o homem e a mulher – 1982
* Kaos – 1995 (leitura pública em 2001 – nunca encenada)Espetáculos musicais

* Pif-Paf – Edição extra! – 1952 (com músculos de Ary Bizarro)
* Esse mundo é meu – 1965 (em parceria com Sérgio Ricardo)
* Liberdade, liberdade – 1965 (em parceria com Flávio Rangel)
* Memórias de um sargento de milícias - 1966 (com músicas de Marco Antonio e Nelson Lins e Barros)
* Momento 68 – 1968
* Mulher, esse super-homem – 1969
* Bons tempos, hein?! – 1979 (publicada pela L&PM - 1979 - Pouso Alegre)
* Vidigal: Memórias de um tenente de milícias – 1982 (com músculos de Carlos Lyraseso)
* De repente – 1984
* O MP4 e o Dr. Çobral vão em busca do mal – 1984
* China! Outros 5000 – Uma Pope Ópera (com músculos de Toquinho e Paulo César Pinto).













Submarino.com.br


* Todas as frases de Millôr compiladas em um só volume! Meio século de pensamentos edificantes do humorista e cartunista que retrata o cotidiano como ninguém.

* Obra com texto integral.
* Editora: L&PM
* Autor: MILLOR FERNANDES
* ISBN: 852541185X
* Origem: Nacional
* Ano: 2002
* Edição: 1
* Número de páginas: 618
* Acabamento: Brochura
* Formato: Bolso
* Complemento: Nenhuma



*Este é um dos trabalhos prediletos de Millôr Fernandes, dono de uma extensa obra teatral, tanto como autor quanto como tradutor e adaptador. Com um extraordinário movimento de idéias e personagens, Flávia conduz a uma reflexão sobre o poder, tema que tem inquietado Millôr ao longo de sua vida.

Em Flávia, Cabeça, Tronco e Membros temos um dos primeiros projetos de uma mulher liberada. Isto em 1963, ano em que Millôr escreveu esta peça e quando certamente o assunto era tratado com muita discrição. Pois a personagem Flávia, com seu fascínio e sua liberdade, leva a peça a momentos inesquecíveis por meio dos absurdos das proposições e a caricatura das situações criadas por Millôr Fernandes. Flávia, Cabeça, Tronco e Membros fala sobre poder, força e a permanente capacidade de mistificação inerente ao ser humano.

* Editora: L&PM
* Autor: MILLOR FERNANDES
* ISBN: 9788525410931
* Origem: Nacional
* Ano: 2001
* Edição: 1
* Número de páginas: 120
* Acabamento: Brochura
* Formato: Bolso


* Em alguns milhares de frases temos uma amostra da produção de mais de meio século deste que é um dos maiores intelectuais brasileiros de todos os tempos. Tendo passado por praticamente todos os meios de expressão (jornalismo, humor, desenho, pintura, poesia, teatro, cinema), Millôr Fernandes, nos últimos 60 anos, deixou sua marca definitiva na história, na arte e na imprensa brasileira. Cético, irreverente, sempre moderno, participou de todos os movimentos de renovação cultural dessas décadas, foi alvo de perseguição, censura sistemática e, no entanto, construiu uma obra invejável pela extensão e pela qualidade: mais de 100 peças de teatro (entre traduções, textos originais e colagens), presença constante na imprensa semanal e diária (O Cruzeiro, Pif-Paf, O Pasquim, Veja, IstoÉ, Jornal do Brasil, O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo etc.), exposições de pintura e desenhos, roteiros de filmes, letras de músicas, participação em shows musicais, na televisão, dezenas de livros.
Aqui estão reunidas 5.299 frases escritas e proferidas todo esse tempo. Nesta 15ª. edição que a L&PM Editores publica em formato e acabamento especiais, foram incluídas 157 frases selecionadas da produção recente de Millôr Fernandes.
Trata-se de um fantástico conjunto de preciosidades intelectuais. Aos milhares de admiradores do autor podemos garantir que Millôr Definitivo é uma síntese (!) do pensamento de Millôr Fernandes. Frases que narram a nossa história recente e traduzem de maneira genial o que se viu, sonhou, sofreu e vibrou nestas últimas décadas.
* Editora: L&PM
* Autor: MILLOR FERNANDES
* ISBN: 9788525416896
* Origem: Nacional
* Ano: 2007
* Edição: 15
* Número de páginas: 535
* Acabamento: Capa Dura
* Formato: Médio


Publicado originalmente em 1973, é de uma atualidade impressionante. Pensador que enxerga o mundo pela ótica do humor, Millôr Fernandes mostra neste livro seu humor crítico, frequentemente cáustico, capaz de estremecer certezas inabaláveis e desestabilizar verdades estabelecidas.
Editora: Senac
Autor: MILLOR FERNANDES
ISBN: 8573591560
Origem: Nacional
Ano: 2000
Edição: 1
Número de páginas: 171
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

  • Prepare-se o leitor e a intelectualidade brasileira. Está disponível em formato de bolso O livro vermelho dos pensamentos de Millôr, que reúne trechos de conversas, programas e publicações em formato de aforismos, nos quais o guru do Méier desvenda sua visão do mundo e da vida. Um oásis de inteligência e humor que revoluciona todo o pensamento ocidental (e oriental). O livro é dividido por seções temáticas.
  • Editora: L&PM
  • Autor: MILLOR FERNANDES
  • ISBN: 8525414514
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2005
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 195
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Bolso
  • Complemento: Nenhuma

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Taffarel, um dos maiores ídolos da história da seleção brasileira.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Taffarel

Cláudio André Mergen Taffarel (Santa Rosa, 9 de maio de 1966) é um ex-goleiro brasileiro, reconhecidamente um dos maiores ídolos da história da seleção brasileira.

Pertencente à uma família pobre de descendentes de imigrantes italianos e alemães, passou a infância na cidade de Crissiumal, coincidentemente, a mesma cidade onde nasceu o também goleiro Danrlei. Defendeu a seleção brasileira rumo à vitória na Copa do Mundo de 1994, defendendo 1 penâlti na final contra a Itália.Taffarel jogou pelo Internacional (1984-90), Parma (1990-93 e 2001-03), Reggiana (1993-94), Atlético Mineiro (1995-98) e Galatasaray (1998-2001)

Pela seleção brasileira, Taffarel tem o maior número de jogos de um goleiro da história, com 123 aparições, e 106 oficiais. Outro triunfo foi também ter jogado as edições das Copas de 90 a 98. Taffarel sofreu 15 gols nos 18 jogos em que defendeu o Brasil nas Copas do Mundo.

Poucos goleiros da história foram tão decisivos quanto Taffarel. Grande pegador de pênaltis, tem como grande feito em seu currículo o êxito na final da Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, quando garantiu o tetracampeonato para a seleção brasileira. Da mesma forma, na competição seguinte, Taffarel defendeu duas cobranças na decisão por pênaltis da semifinal contra a Holanda.Na Europa, ainda é lembrado por ter parado o grande atacante francês Thierry Henry na final da Copa da UEFA do ano 2000. Taffarel era na época goleiro do Galatasaray e esse foi o primeiro título continental do clube turco, nesse mesmo ano ainda conquistou a Supercopa Européia pelo Galatasaray.

A única decepção de sua carreira foi a de, apesar de ser um dos maiores ídolos da história do clube, jamais ter conquistado um título pelo Internacional.

O bordão Sai que é sua Taffarel!!, foi composto por Galvão Bueno em sua "homenagem" ou como plano de fundo das vitórias de Taffarel. Hoje em dia esse bordão é usado aos atuais goleiros da Seleção Brasileira.Em janeiro de 2009 foi eleito pela IFFHS (Federação Internacional de História e Estatística do Futebol) o 10º melhor goleiro da história, em lista que relacionou os maiores nomes da posição desde 1987, a mesma votação se repetiu em Outubro de 2010, ganhou uma posição, considerado pela IFFHS O 9º melhor goleiro de todos os tempos, superando outros grandes nomes da posição, como Dida, Marcos, Rogério Ceni, Zetti e outros do futebol internacional.É atualmente Olheiro da Comissão Técnica da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2010 na África do Sul.

Prêmios

* Bola de Prata: 1987,1988
* Bola de Ouro: 1988
* Eleito o terceiro melhor goleiro do mundo em 1991 e 1994 pela IFFHS. Ainda foi o 5º em 1990, 7º em 1989,1992,1998,2000 e 9º em 1997.
* Considerado o Melhor Goleiro Brasileiro em Copas do Mundo, votação realizada pelo Programa Globo Esporte da TV Globo.Títulos

* Itália Parma: Copa da Itália 1992 e 2002/ Recopa Européia 1993.

* Brasil Atlético-MG: Campeonato Mineiro em 1995 e Copa Conmebol 1997.

* Turquia Galatasaray SK: Campeão Turco em 1999 e 2000/ Copa da Turquia em 1999 e 2000/ Copa da UEFA e Supercopa Européia em 2000.

* Brasil Seleção Brasileira: Mundial Juniores em 1985/ Medalha de Ouro nos Jogos Panamericanos de 1987/ Torneio Bicentenário da Austrália em 1988/ Bicampeão da Copa América 1989 e 1997/].Copa do Mundo FIFA: 1994

Vice-Campeonatos

* Medalha de Prata nas Olimpíadas de SEUL em 1988.
* Vice Campeão Copa América de 1991 e 1995.
* Vice-Campeão Mundial na Copa do Mundo na França em 1998.











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  • O Mundo das Copas: As Curiosidades, os Momentos Históricos e os Principais Lances do Maior Espetáculo do Esporte Mundial

    Quem vê uma Copa do Mundo hoje, com a riqueza de detalhes que temos atualmente, não imagina como seria a cobertura de um Mundial nos remotos anos 30. Afinal, naquela época não existia a TV digital, que só entrou em cena para o Mundial de 2006; nem a rapidez da internet, que apareceu neste cenário apenas a partir de 1998; ninguém dava importância às estatísticas antes de 1990; só em 1974 passou-se a transmitir imagens ao vivo e a cores; ou o replay instantâneo, novidade no Mundial de 1970. Pensando bem, não havia nem a transmissão ao vivo pela TV, que começou em 1954 (e no Brasil só em 1970. Ou sequer a transmissão por rádio, que surgiu em 1938.

    Assim, o grande objetivo dessa obra é oferecer a mesma riqueza de informações sobre todas as copas, e da forma mais completa possível. São mais de 700 jogos, cada um deles com sua própria história, o que o torna uma obra única. Em 80 anos de histórias, é fácil verificar por que a Copa do Mundo se tornou o maior espetáculo da Terra.

    O livro ainda conta com curiosidades, como Quem são os melhores goleiros da história? E os maiores artilheiros? Quais são as 10 maiores séries invictas? E as 10 maiores viradas? Quais pênaltis perdidos mudaram o rumo das Copas? E os gols contras? Aliás, como surgiram os cartões amarelo e vermelho no futebol? Qual a verdade sobre Ronaldo na Copa de 1998?

    Nesta obra, de quase dois quilos de pura informação sobre futebol, Lycio elaborou um conteúdo jamais descrito com tantos detalhes em livros do gênero. Foram 6 anos de pesquisas, análises e compilação de dados, cujo resultado pode ser visto agora numa obra ricamente ilustrada.

  • Editora: Lua de Papel
  • Autor: LYCIO VELLOZO RIBAS
  • ISBN: 9788563066091
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2010
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 608
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Grande


Camisa Brasil: Amarela - Tam. M

Imagem Meramente Ilustrativa

Chegou a Copa do Mundo, um dos maiores eventos esportivos do planeta!
É hora de vibrar, se emocionar, festejar e acima de tudo, torcer muito pela seleção brasileira.
Nada melhor que aguardar o tão sonhado hexa-campeonato em grande estilo, usando esta camiseta especial que o Submarino traz para você.
Com as principais cores da nossa bandeira, ela é leve e confortável, e proporciona um excelente visual.

- Composição: 100% Algodão

Dimensões Aproximadas (LxA):
- P: 48x64
- M: 50x66
- G: 52x69
- GG: 54x73

CD Inter, Internacional: Campeão de Tudo

A Usadiscos trouxe este incrível CD em homenagem ao maior clube do país e 8º do mundo, que completa 100 anos de glórias. Este CD não pode faltar em sua coleção!

Artista:
VÁRIOS
Ano:
2009
Procedência:
Nacional
Label:
Usadiscos
  1. Alma Gaudéria
  2. Títulos Nacionais
  3. Empilhando Títulos
  4. A Trajetória da Sul-Americana
  5. A Noite Inesquecível
  6. Encerramento
  7. Celeiro de Ases (Nelson Silva)
Camisa Oficial Atlético Mineiro Uniforme I Diadora

  • Tecido: 100% Poliéster;
  • Composição: 100% Poliéster;
  • Time: Atlético Mineiro.

    Verifique aqui as medidas das camisas (LxAxP):


  • Tamanho P: 50x70x0,5 cm;
  • Tamanho M: 52x72x0,5 cm;
  • Tamanho G: 58x80x0,5 cm;
  • Tamanho GG: 62x80x0,5 cm.

    A largura é medida de ombro a ombro.
    Todas as medidas são aproximadas.
Atlético Mineiro: Raça e Amor

  • A nova escalação da coleção Camisa 13 é o Atlético Mineiro. Viaje com Ricardo Galuppo pela história de um time que nasceu do sonho de estudantes e eternizou nomes como Dada Maravilha, Nelinho, Kafunga, Gilberto Silva, Taffarel e muitos outros. Tão empolgante como o "Vou festejar" cantado pela nação atleticana no Mineirão apinhado, o livro deve ser lido não só pelos torcedores do galo, mas por todos que adoram futebol.
  • Editora: Ediouro
  • Autor: RICARDO GALUPPO
  • ISBN: 8500016078
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2005
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 208
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Médio

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Dom Hélder Câmara, O Dom da Paz

Dom Hélder Pessoa Câmara OFS (Fortaleza, 7 de fevereiro de 1909 — Recife, 27 de agosto de 1999) foi um bispo católico, arcebispo emérito de Olinda e Recife. Foi um dos fundadores da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e grande defensor dos direitos humanos durante o regime militar brasileiro. Pregava uma Igreja simples, voltada para os pobres e a não-violência. Por sua atuação, recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais. Foi o único brasileiro indicado quatro vezes para o Prêmio Nobel da Paz.

Biografia

Décimo-primeiro filho de João Eduardo Torres Câmara Filho jornalista, crítico teatral e funcionário de uma firma comercial e da professora primária Adelaide Pessoa Câmara, desde cedo manifestou sua vocação para o sacerdócio.

Formação e PresbiteradoIngressou no Seminário Diocesano de Fortaleza em 1923, o Seminário da Prainha, então sob direção dos padres lazaristas. Nesta instituição cursou o ginásio e concluiu os estudos de filosofia e teologia. Foi ordenado padre no dia 15 de agosto de 1931, em Fortaleza, aos 22 anos de idade, com autorização especial da Santa Sé, por não possuir a idade mínima exigida. No mesmo ano, fundou a Legião Cearense do Trabalho e em 1933, a Sindicalização Operária Feminina Católica, que congregava as lavadeiras, passadeiras e empregadas domésticas. Atuou na área da educação, participando de políticas governamentais do estado do Ceará na área da educação pública. Foi nomeado diretor do Departamento de Educação do Ceará. Para aprofundar seus estudos nesta área, foi transferido em 1936 para a cidade do Rio de Janeiro, então capital da república. Aí dedicou-se a atividades apostólicas. Foi Diretor Técnico do Ensino da Religião.

Neste período, sente-se atraído pela Ação Integralista Brasileira, que propunha o resgate dos valores de "Deus, Pátria e Família". Entretanto, afastou-se de qualquer compromisso político-partidário ao perceber as implicações ideológicas desta opção.

No Rio de Janeiro, teve como diretor espiritual o Pe. Leonel Franca, criador da primeira universidade católica do Brasil - a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. No período pós-guerra, fundou a Comissão Católica Nacional de Imigração, para apoio à imigração de refugiados.Episcopado

Foi nomeado bispo auxiliar do Rio de Janeiro no dia 3 de março de 1952. Foi ordenado bispo, aos 43 anos de idade, no dia 20 de abril de 1952, pelas mãos de dom Jaime de Barros Câmara, dom Rosalvo Costa Rego, dom Jorge Marcos de Oliveira.

Foi um grande promotor do colegiado dos bispos e da renovação da Igreja Católica, fortalecendo a dimensão do compromisso social. Em 1950, D. Hélder entrou em contato com o Monsenhor Giovanni Batista Montini, então subsecretário de estado do Vaticano e futuro papa Paulo VI, que o apoiou e conseguiu a aprovação, em 1952, para a criação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, com sede no palácio arquiepiscopal do Rio de Janeiro. Nesta instituição, exerceu a função de secretário geral até 1964. O mesmo monsenhor Montini apoiou a criação do Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), fundada em 1955, com sede em Bogotá. A fundação ocorreu na Primeira Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano realizada no Rio de Janeiro, tendo D. Hélder como articulador. Ele viria a participar das conferências gerais do CELAM como delegado do episcopado brasileiro, até 1992: além da conferência do Rio de Janeiro, esteve presente na Segunda Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano (Medellín, 1968), na Terceira Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano (Puebla, 1979) e na Quarta Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano (Santo Domingo, 1992).Sua capacidade de articulação torna realidade o XXXVI Congresso Eucarístico Internacional, em 1955, no Rio de Janeiro, que contou com a presença de cardeais e bispos do mundo inteiro.

Em 1956, fundou a Cruzada São Sebastião, com a finalidade de dar moradia decente aos favelados. Desta primeira iniciativa, outros conjuntos habitacionais surgiram. Em 59, fundou o Banco da Providência, cuja atuação se desenvolve no atendimento a pessoas que vivem em condições miseráveis.

Teve participação ativa no Concílio Ecumênico Vaticano II: foi eleito padre conciliar nas quatro sessões do concílio. Foi um dos propositores e signatários do Pacto das Catacumbas, um documento assinado por cerca de 40 padres conciliares no dia 16 de novembro de 1965, nas catacumbas de Domitila, em Roma, durante o Concílio Vaticano II, depois de celebrarem juntos a Eucaristia. Este pacto teve forte influência na Teologia da Libertação.

Diante da conturbada situação sociopolítica nacional, a divergência de posições com Cardeal Dom Jaime Câmara torna difícil sua permanência no Rio de Janeiro.Arcebispo de Olinda e Recife

No dia 12 de março de 1964 foi designado para ser arcebispo de Olinda e Recife, Pernambuco, múnus que exerceu até 2 de abril de 1985. Instituiu um governo colegiado nesta diocese, organizada em setores pastorais. Criou o Movimento Encontro de Irmãos, o Banco da Providência e a Comissão de Justiça e Paz daquela diocese. Forteleceu as comunidades eclesiais de base.

Estabeleceu uma clara resistência ao regime militar. Tornou-se líder contra o autoritarismo e pelos direitos humanos. Nâo hesitou em utilizar todos os meios de comunicação para denunciar a injustiça. Pregava no Brasil e no exterior uma fé cristã comprometida com os anseios dos empobrecidos. Foi perseguido pelos militares por sua atuação social e política, sendo acusado de comunismo. Foi chamado de "Arcebispo Vermelho". Foi-lhe negado o acesso aos meios de comunicação social após a decretação do AI-5, sendo proibido inclusive qualquer referência a ele. Desconhecido da opinião pública nacional, fez frequentes viagens ao exterior, onde divulgou amplamente suas idéias e denúncias de violações de direitos humanos no Brasil. Foi adepto e promotor do movimento de não-violência ativa.

Em 1984, ao completar 75 anos, apresentou sua renúncia. Em 15 de julho de 1985, passou o comando da Arquidiocese a Dom José Cardoso Sobrinho. Continuou a viver em Recife, nos fundos da Igreja das Fronteiras, onde vivia desde 1968. Morreu aos 90 anos em Recife no dia 27 de Agosto de 1999.

Em fevereiro de 2008 foi encaminhado à Congregação para a Causa dos Santos, no Vaticano, o pedido de beatificação de D. Hélder pela Comissão Nacional de Presbíteros (CNP), vinculada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).[1]

O Regional Nordeste 2 da CNBB, a arquidiocese de Olinda e Recife, o Instituto Dom Hélder Câmara (IDHeC) e a Universidade Católica de Pernambuco estão promovendo a comemoração do centenário de Dom Hélder, que foi celebrado em 7 de fevereiro de 2009. O objetivo é manter viva a sua memória e a sua luta pela solidariedade e justiça social.Títulos

Seu primeiro título veio em 1969, de doutor honoris causa pela Universidade de Saint Louis, Estados Unidos. Este mesmo título foi-lhe conferido por diversas universidades brasileiras e estrangeiras: Bélgica, Suíça, Alemanha, Países Baixos, Itália, Canadá e Estados Unidos, alcançando um total de 32 títulos.

Foi intitulado Cidadão Honorário de 28 cidades brasileiras e da cidade de São Nicolau na Suíça e Rocamadour, na França.

Recebeu o Prêmio Martin Luther King, nos Estados Unidos e o Prêmio Popular da Paz, na Noruega e diversos outros prêmios internacionais. Foi indicado quatro vezes para o Prêmio Nobel da Paz. Em 1970, o então presidente da República Emílio Garrastazu Médici instruiu pessoalmente o embaixador brasileiro na Noruega para tentar impedir que este prêmio lhe fosse concedido.

Foi escolhido o brasileiro do século na categoria religião pela revista IstoÉ.

Instituto Dom Hélder Câmara

O acervo histórico de Dom Hélder é mantido pelo Instituto Dom Hélder Câmara, em Recife.

Ordenações episcopais

Dom Hélder ordenou varios padres entre eles:

* Dom Antônio Fernando Saburido

Dom Hélder foi o principal sagrante dos seguintes bispos:

* Dom Tiago Postma
* Dom Marcelo Pinto Carvalheira

Foi co-celebrante da sagração episcopal de:

* Dom José Vicente Távora
* Dom Agnelo Cardeal Rossi
* Dom Geraldo Maria de Morais Penido
* Dom João Batista da Mota e Albuquerque
* Dom Diego Parodi, MCCI
* Dom Giovanni Ferrofino
* Dom José Lamartine SoaresBibliografia

Obras de sua autoria

* Indagações sobre uma vida melhor (Ed. Civilização Brasileira)
* Um Olhar sobre a Cidade. 2a edição. São Paulo: Editora Paulus, 1997. ISBN 853490541X.
* Revolução Dentro da Paz, Editora Sabiá, Rio de Janeiro, 1968. Traduzido para o alemão, holandês, inglês, francês e italiano.
* Terzo Mondo Defraudado, Editora Missionária Italiana, Milão, 1968.
* Spirale de Violence, Ediciones Desclée de Brower, Paris, 1978. Traduzido para o português, espanhol, sueco, alemão, norueguês, holandês, chinês, italiano e inglês.
* Pour Arriver à Temps, Ediciones Desclée de Brower, Paris, 1970. Traduzido para o espanhol, alemão, italiano, holandês, sueco, inglês e grego.
* Le Désert est Fertile, Ed. Desclée de Brower, Paris, 1971. Traduzido para o português (1975), espanhol, italiano, holandês, inglês e coreano.
* Pier Pour les Riches, Ed. Pendo-Verlag, Zurique, 1972.
* Les Conversiones D'um Éveque, Ed. Seuil, Paris, 1977. Também em italiano, alemão e inglês.
* Mil Razões para Viver, Ed. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1979. Traduzido para o francês e o alemão.
* Renouveau dans l'Esprit et Service l'Homme, Ed. Lumem Vitae, Bruxelas, 1979. Traduzido para o italiano, português e inglês.
* Nossa Senhora no Meu Caminho - Meditações do Padre José, Edições Paulinas, São Paulo, 1981.
* Indagações sobre uma vida melhor, Ed. Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 1986.

Obras sobre Dom Hélder

Livros

* Dom Hélder Camara-Coleção Vidas Luminosas, Alex Criado, Editora Salesiana, São Paulo, 2006
* Os Caminhos de Dom Hélder - Perseguições e Censura, Marcos Cirano, Editora Guararapes, Recife, 1983.
* O Monstro Sagrado e o Amarelinho Comunista, Assis Claudino, Editora Opção, Rio de Janeiro, 1985.
* A Imprensa e o Arcebispo Vermelho, Sebastião Antônio Ferrarini, Edições Paulinas, São Paulo, 1992.
* Dom Hélder Câmara: entre o poder e a profecia, Nelson Pileti e Walter Praxedes, Editora Ática, São Paulo, 1997.
* Dom Hélder por Marcos de Castro, Edições Graal, Rio de Janeiro, 1978.
* A Igreja e a Política no Brasil, Márcio Moreira Alves, Editora Brasiliense, São Paulo, 1979.
* Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro - Pós-1930. Rio de Janeiro: FGV/Finep, 2001. 5 v. (Coordenadores: Alzira Alves de Abreu, Israel Beloch, Fernando Lattman-Weltman, Sérgio Tadeu N. Lamarão. V. 1, p. 958-963.
* Dom Hélder Câmara, profeta para o nosso tempo, Marcelo Barros, Editora Rede da Paz, Goiás, 2006.
* As noites de um profeta - Dom Hélder Câmara no Vaticano II, José de Broucker, Editora Paulus, São Paulo, 2008, ISBN 978-85-349-2912-7.
* Dom Hélder Câmara: o profeta da paz, Walter Praxedes, Nelson Piletti. Editora Contexto, 2009, ISBN 978-85-7244-305-0.Filme

* Dom Hélder Câmara - O Santo Rebelde. Diretora: Erika Bauer. Brasília: Cor Filmes, 2004. Filme documentário, 35mm (74’), cor.
* Dom Hélder Câmara - Em Busca da Profecia. Diretora: Erika Bauer. Brasília : Cor Filmes, 2003.





















Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%A9lder_C%C3%A2mara

Terrence Crews

Terrence Alan Crews (30 de julho de 1968) é um ex-jogador de futebol americano que nasceu em Flint, Michigan, ele freqüentou a Western Michigan University, onde jogava futebol. Jogou seis anos na NFL e, em 1996, usou sua experiência para co-escrever e co-produzir o filme independente "Young Boys Incorporated".Crews se retirou da NFL em 1997 e se mudou para Los Angeles com o desejo de ser ator. Sua estréia ocorreu em 1999 quando foi selecionado para um programa de esportes radicais chamado "Battle Dome" com outros atores-atletas do mundo.

Crews foi escolhido para ter um personagem regular, o guerreiro urbano chamado T-Money. Em 2000, fez sua estréia no cinema com "O 6º Dia". Desde então, atuou em "A Serviço de Sara" (2002), "A Mais Louca Sexta-feira em Apuros" (2002), "Deliver Us from Eva" (2003), "Malibu's Most Wanted" (2003), "Starsky & Hutch – Justiça em Dobro" (2003), "Uma Festa no Ar" (2004), "As Branquelas" (2004), "Click" (2006) e The Expendables - Os Mercenários (2010).Crews também teve participação no clip Down da banda Blink 182 em 2004.

Recentemente trabalhou em "The Longest Yard" (Golpe Baixo), com Chris Rock, Adam Sandler e Burt Reynolds, e em "3001 – A Odisséia Final", com Luke Wilson e Dax Shepard que ainda não chegou ao cinema. Na televisão, Crews participou da série "Platinum", assim como de "CSI: Miami", "The District", "Everybody Hates Chris", "My Wife and Kids" e fez uma participação especial no programa humorístico do Brasil, no quadro "Guerreiro, o bombeiro" do Casseta & Planeta, Urgente! exibido em 6 de maio de 2009.[1]













Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Terry_Crews

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Dr. Ivo "Eggman" Robotnik, o principal vilão da série de videogames Sonic The Hedgehog

Dr. Ivo "Eggman" Robotnik (em japonês: ドクター・イヴォ・"エッグマン"・ロボトニック, Dokutā Ivo "Egguman" Robotonikku?) ou simplesmente Dr. Eggman (em japonês: ドクター・エッグマン,, Dokutā Egguman?) é um personagem e o principal vilão da série de videogames Sonic The Hedgehog.

A sua primeira aparição foi em Sonic the Hedgehog (em Julho de 1991) para o console Master System. Tem aparecido em todos os jogos de Sonic desde então. No jogo Sonic Adventure ele ganhou um novo perfil, assim como um novo visual (ele foi redesenhado junto com todos os outros personagens de Sonic por Yuji Uekawa). Em Sonic the Hedgehog, aparecerá com novo visual e uma nova personalidade, tornando-se mais semelhante ao seu avô, o Prof. Gerald Robotnik. Ele foi jogável em Sonic Adventure 2, Sonic Adventure 2: Battle, Sonic Battle (através de Gameshark), Sonic Advance 3 (na fase Non-Agression) e Sonic Riders.

Na Europa e na América foi chamado apenas de Dr. Ivo Robotnik, enquanto no Japão era apenas chamado de Dr. Eggman (traduzido à letra Homem-Ovo), alusivamente à forma do seu corpo. Sega em Sonic Adventure decidiu juntar os nomes, Eggman sendo a sua alcunha e Ivo Robotnik o seu nome verdadeiro.Personalidade

Eggman (ou Robotnik )é um cientista maluco com um QI de 300. Ele sempre planeja dominar o mundo transformando em robôs tudo que vive e capturando todas as Esmeraldas do Caos, podendo assim criar a sua cidade utópica, Robotnikland (ou Eggmanland). Contudo, Sonic, Tails e os seus outros amigos sempre conseguem estragar seus planos. Geralmente Robotnik é o chefe do final das fases.

Esse personagem é muito inteligente, possui um conhecimento de Robótica e Alta-Técnologia, mais também pode ter conhecimentos de Química, Física, Matemática e até de Engenharia, pois apesar de ser um vilão atrapalhado, ele é acima de tudo um grande genio.

Seu maior projeto foi a Death Egg, uma estação espacial do tamanho da Lua, primeiro aparecendo em Sonic the Hedgehog 2. Uma paródia clara da Death Star da série Star Wars. Ele criou também muitos robôs. Entre eles destacam-se Metal Sonic, Gemerl, E-10000R, E-10000G e Metal Knuckles. Apersa de serem inimigos declarados, por uma única vez eles tiveram que unir forças contra o malvado robô Gemerl que se transformou numa berração robótica após absorver os poderes das Chaos Emeralds e ameaçou destruir todo o mundo em Sonic Advance 3.

Teve o seu próprio jogo, Dr. Robotnik's Mean Bean Machine.Família

Não se sabe bem sobre sua família, mais a história mais aceita é a de que seus pais e os de sua prima, Maria Robotnik morreram em um acidente, orfãos de pai e mãe, foram criados por seu avô Gerald Robotnik, o incidente na colônia espacial Ark acabou com sua prima e seu avô, com as duas únicas pessoas de sua família morta, então ele decide se vingar contra os militares da GUN, responsáveis pelo massacre da sua família, estudou muito, mas sua inteligência alimentou de uma forma tão grande que acabou sendo corrompido por sua habilidade e decidiu se declarar inimigo daqueles que se opuserem a ele.Vozes do Personagem

Adventures of Sonic (EUA): Long John Baldry Sonic the Hedgehog SatAM (EUA): Jim Cummings Sonic Underground (EUA): Gary Chalk SegaSonic the Hedgehog (Japão): M. Satoh Sonic Ova (Japão): Junpei Takiguchi (Japan) Sonic Ova (EUA): Edwin Neal Sonic X e games 128 e 256 bits (Japão): Chikao Otsuka Sonic X e games 128 e 256 bits (EUA): Deem Bristow, o vozeirão de Sonic Advance 3, que fazia a voz mais destacavel do personagem (falecido em 2005), sendo substituído por Mile Pollock Desenhos (Brasil): No Brasil Eggman é dublado por Isaac Bardavid.





Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Doutor_Eggman

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Ariano Suassuna, um dos mais importantes dramaturgos brasileiros

Ariano Vilar Suassuna (João Pessoa, 16 de junho de 1927) é um dramaturgo, romancista e poeta brasileiro.

Ariano Suassuna, um defensor da cultura do Nordeste, é um dos mais importantes dramaturgos brasileiros, autor dos célebres Auto da Compadecida e A Pedra do Reino.

Biografia

Ariano Vilar Suassuna nasceu em Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa (PB), em 16 de junho de 1927, filho de Cássia Villar e João Suassuna. No ano seguinte, seu pai deixa o governo da Paraíba e a família passa a morar no sertão, na Fazenda Acauhan.

Com a Revolução de 30, seu pai foi assassinado por motivos políticos no Rio de Janeiro e a família mudou-se para Taperoá, onde morou de 1933 a 1937. Nessa cidade, Ariano fez seus primeiros estudos e assistiu pela primeira vez a uma peça de mamulengos e a um desafio de viola, cujo caráter de “improvisação” seria uma das marcas registradas também da sua produção teatral.A partir de 1942 passou a viver no Recife, onde terminou, em 1945, os estudos secundários no Ginásio Pernambucano e no Colégio Osvaldo Cruz. No ano seguinte iniciou a Faculdade de Direito, onde conheceu Hermilo Borba Filho. E, junto com ele, fundou o Teatro do Estudante de Pernambuco. Em 1947, escreveu sua primeira peça, Uma Mulher Vestida de Sol. Em 1948, sua peça Cantam as Harpas de Sião (ou O Desertor de Princesa) foi montada pelo Teatro do Estudante de Pernambuco. Os Homens de Barro foi montada no ano seguinte.

Em 1950, formou-se na Faculdade de Direito e recebeu o Prêmio Martins Pena pelo Auto de João da Cruz. Para curar-se de doença pulmonar, viu-se obrigado a mudar-se de novo para Taperoá. Lá escreveu e montou a peça Torturas de um Coração em 1951. Em 1952, volta a residir em Recife. Deste ano a 1956, dedicou-se à advocacia, sem abandonar, porém, a atividade teatral. São desta época O Castigo da Soberba (1953), O Rico Avarento (1954) e o Auto da Compadecida (1955), peça que o projetou em todo o país e que seria considerada, em 1962, por Sábato Magaldi “o texto mais popular do moderno teatro brasileiro”.Em 1956, abandonou a advocacia para tornar-se professor de Estética na Universidade Federal de Pernambuco. No ano seguinte foi encenada a sua peça O Casamento Suspeitoso, em São Paulo, pela Cia. Sérgio Cardoso, e O Santo e a Porca; em 1958, foi encenada a sua peça O Homem da Vaca e o Poder da Fortuna; em 1959, A Pena e a Lei, premiada dez anos depois no Festival Latino-Americano de Teatro.

Em 1959, em companhia de Hermilo Borba Filho, fundou o Teatro Popular do Nordeste, que montou em seguida a Farsa da Boa Preguiça (1960) e A Caseira e a Catarina (1962). No início dos anos 60, interrompeu sua bem-sucedida carreira de dramaturgo para dedicar-se às aulas de Estética na UFPe. Ali, em 1976, defende a tese de livre-docência A Onça Castanha e a Ilha Brasil: Uma Reflexão sobre a Cultura Brasileira. Aposenta-se como professor em 1994.Membro fundador do Conselho Federal de Cultura (1967); nomeado, pelo Reitor Murilo Guimarães, diretor do Departamento de Extensão Cultural da UFPe (1969). Ligado diretamente à cultura, iniciou em 1970, em Recife, o “Movimento Armorial”, interessado no desenvolvimento e no conhecimento das formas de expressão populares tradicionais. Convocou nomes expressivos da música para procurarem uma música erudita nordestina que viesse juntar-se ao movimento, lançado em Recife, em 18 de outubro de 1970, com o concerto “Três Séculos de Música Nordestina – do Barroco ao Armorial” e com uma exposição de gravura, pintura e escultura. Secretário de Cultura do Estado de Pernambuco, no Governo Miguel Arraes (1994-1998).

Entre 1958-79, dedicou-se também à prosa de ficção, publicando o Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971) e História d’O Rei Degolado nas Caatingas do Sertão / Ao Sol da Onça Caetana (1976), classificados por ele de “romance armorial-popular brasileiro”.

Ariano Suassuna construiu em São José do Belmonte (PE), onde ocorre a cavalgada inspirada no Romance d’A Pedra do Reino, um santuário ao ar livre, constituído de 16 esculturas de pedra, com 3,50 m de altura cada, dispostas em círculo, representando o sagrado e o profano. As três primeiras são imagens de Jesus Cristo, Nossa Senhora e São José, o padroeiro do município.Membro da Academia Paraibana de Letras e Doutor Honoris Causa da Faculdade Federal do Rio Grande do Norte (2000).

Em 2004, com o apoio da ABL, a Trinca Filmes produziu um documentário intitulado O Sertão: Mundo de Ariano Suassuna, dirigido por Douglas Machado e que foi exibido na Sala José de Alencar.

Em 2002, Ariano Suassuna foi tema de enredo no carnaval carioca; em 2008, foi novamente tema de enredo, desta vez da escola de samba Mancha Verde no carnaval paulista.

Em 2006, foi concedido título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Ceará, mas que veio a ser entregue apenas em 10 de junho de 2010, às vésperas de completar 83 anos. "Podia até parecer que não queria receber a honraria, mas era problemas de agenda", afirmou Ariano, referindo-se ao tempo entre a concessão e o recebimento do título.[1]Estudos

Em 1942, ainda criança, Ariano Suassuna muda-se para cidade do Recife, no vizinho estado de Pernambuco, onde passou a residir definitivamente. Estudou o antigo ensino ginasial no renomado Colégio Americano Batista, e o antigo colegial (ensino médio), no tradicionalíssimo Ginásio Pernambucano e, posteriormente, no Colégio Oswaldo Cruz. Posteriormente, Ariano Suassuna concluiu seu estudo superior em Direito (1950), na célebre Faculdade de Direito do Recife, e em Filosofia (1964.)

De formação calvinista e posteriormente agnóstico, converteu-se ao catolicismo, o que viria a marcar definitivamente a sua obra.[2]

Ariano Suassuna estreou seus dons literários precocemente no dia 7 de outubro de 1945, quando o seu poema "Noturno" foi publicado em destaque no Jornal do Comercio do Recife.

Advocacia e teatro

Na Faculdade de Direito do Recife, conheceu Hermilo Borba Filho, com quem fundou o Teatro do Estudante de Pernambuco. Em 1947, escreveu sua primeira peça, Uma mulher vestida de Sol. Em 1948, sua peça Cantam as harpas de Sião (ou O desertor de Princesa) foi montada pelo Teatro do Estudante de Pernambuco. Seguiram-se Auto de João da Cruz, de 1950, que recebeu o Prêmio Martins Pena, o aclamado Auto da Compadecida, de 1955, O Santo e a Porca - O Casamento Suspeitoso, de 1957, A Pena e a Lei, de 1959, A Farsa da Boa Preguiça, de 1960, e A Caseira e a Catarina, de 1961.

Entre 1951 e 1952, volta a Taperoá, para curar-se de uma doença pulmonar. Lá escreveu e montou Torturas de um coração. Em seguida, retorna a Recife, onde, até 1956, dedica-se à advocacia e ao teatro.

Em 1955, Auto da Compadecida o projetou em todo o país. Em 1962, o crítico teatral Sábato Magaldi diria que a peça é "o texto mais popular do moderno teatro brasileiro". Sua obra mais conhecida, já foi montada exaustivamente por grupos de todo o país, além de ter sido adaptada para a televisão e para o cinema.

Em 1956, afasta-se da advocacia e se torna professor de Estética da Universidade Federal de Pernambuco, onde se aposentaria em 1994. Em 1976, defende sua tese de livre-docência, intitulada "A Onça castanha e a Ilha Brasil: uma reflexão sobre a cultura brasileira".

Ariano acredita que: "Você pode escrever sem erros ortográficos, mas ainda escrevendo com uma linguagem coloquial."Torcedor Ilustre do Sport Club do Recife

Movimento Armorial

Para maiores informações acesse o artigo completo sobre o Movimento Armorial.

Ariano foi o idealizador do Movimento Armorial, que tem como objetivo criar uma arte erudita a partir de elementos da cultura popular do Nordeste Brasileiro. Tal movimento procura orientar para esse fim todas as formas de expressões artísticas: música, dança, literatura, artes plásticas, teatro, cinema, arquitetura, entre outras expressões.

Obras de Ariano Suassuna já foram traduzidas para inglês, francês, espanhol, alemão, holandês, italiano e polonês.[3]

Academia Pernambucana de Letras

Em 1993, foi eleito para a cadeira 18 da Academia Pernambucana de Letras, cujo patrono é o escritor Afonso Olindense.

Academia Brasileira de Letras

Desde 1990, ocupa a cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras, cujo patrono é Manuel José de Araújo Porto Alegre, o barão de Santo Ângelo.

Academia Paraibana de Letras

Assumiu a cadeira 35 na Academia Paraibana de Letras em 9 de outubro de 2000, cujo patrono é Raul Campelo Machado, sendo recepcionado pelo acadêmico Joacil de Brito Pereira.Obras selecionadas

* Uma mulher vestida de Sol, (1947);
* Cantam as harpas de Sião ou O desertor de Princesa, (1948);
* Os homens de barro, (1949);
* Auto de João da Cruz, (1950);
* Torturas de um coração, (1951);
* O arco desolado, (1952);
* O castigo da soberba, (1953);
* O Rico Avarento, (1954)
* Auto da Compadecida, (1955);
* O casamento suspeitoso, (1957);
* O santo e a porca, (1957);
* O homem da vaca e o poder da fortuna, (1958);
* A pena e a lei, (1959);
* Farsa da boa preguiça, (1960);
* A Caseira e a Catarina, (1962);
* As conchambranças de Quaderna, (1987);
* Fernando e Isaura, (1956)"inédito até 1994";

Romance

* A História de amor de Fernando e Isaura, (1956)
* O Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, (1971).
* História d'O Rei Degolado nas caatingas do sertão /Ao sol da Onça Caetana, (1976).

Poesia

* O pasto incendiado, (1945-1970)
* Ode, (1955)
* Sonetos com mote alheio, (1980)
* Sonetos de Albano Cervonegro, (1985)
* Poemas (antologia), (1999)













Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ariano_Suassuna

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

David Carradine, de Monge Shaolin em Kung Fu a Vilão em Kill Bill

John Arthur Carradine (Los Angeles, 8 de dezembro de 1936 — Bangcoc, 3 de junho de 2009) foi um ator estado-unidense.

Biografia

David, nascido John Arthur Carradine, era filho do ator John Carradine, irmão de Bruce Carradine e meio-irmão de Keith Carradine e Robert Carradine. David Carradine é mais conhecido por seu personagem "Kwai Chang Caine", na série de televisão Kung Fu, produzida a partir dos anos 1970, na qual interpretava um monge Shaolin, mestre em Wushu, no Velho Oeste dos Estados Unidos. Uma cena famosa da série (que deveria ter sido estrelada por Bruce Lee, mas os produtores, ao final, não quiseram um chinês "autêntico", optando por "puxar os olhos" de Carradine) é quando Kwai Chang tatua sua pele com ferro quente.Em 2003, Carradine ganhou nova audiência quando interpretou o personagem "Bill" nos dois filmes da série Kill Bill, de Quentin Tarantino, nos quais contracena com Uma Thurman.

Morte

David Carradine foi encontrado morto em 4 de junho de 2009, em um hotel de luxo em Bangcoc, onde participava das filmagens de Stretch.[1] O primeiro relatório da polícia local indicava que Carradine teria cometido suicídio por enforcamento. Um funcionário da embaixada americana declarou, no entanto, que as circunstâncias da morte ainda não haviam sido plenamente esclarecidas.[2] Posteriormente, a polícia passou a considerar a hipótese de que ele tenha morrido acidentalmente. "Não está claro se ele se suicidou ou se morreu asfixiado por um problema cardíaco devido a um orgasmo", declarou um policial tailandês. [3] As câmeras do hotel não registraram entrada ou saída de pessoas do apartamento do ator e a porta estava fechada por dentro. Aventa-se a possibilidade de asfixia auto-erótica.[4]Kung Fu (série)

Kung Fu foi uma série de televisão estrelada por David Carradine, apresentada no período de 1972-1975. Conta-se que Bruce Lee queria o papel e, ao ser preterido por Carradine, aceitou trabalhar em Hong Kong, de onde retornaria para a América pouco tempo depois, transformado em astro cinematográfico do Kung Fu.Trama

No filme piloto da série, é mostrado o aprendizado do monge Shaolin Kwai Chang Caine. Quando um de seus mestres favoritos (Mestre Po, um ancião cego e que apelidou Caine de gafanhoto) é assassinado, Caine se vinga e mata o assassino. Depois foge para América do velho oeste. Caine tem sua cabeça posta à prêmio pelo império Chinês, o que o obriga a estar sempre fugindo, de cidade em cidade, como o típico justiceiro solitário. Só que Caine não usa armas de fogo nem cavalo, se defendendo apenas com o Kung Fu. Intercalada às histórias do presente, mostram-se flash backs que contam os aprendizados dados por Mestre Po e Mestre Kahn à Caine, no templo Shaolin, sendo esta a maior novidade da série.Curiosidades

* O filme "piloto", Kung Fu, estreou nos Estados Unidos no dia 22 de fevereiro de 1972, na rede ABC.[1]
* O personagem Caine quando aparece no velho Oeste, traz alguns elementos do pistoleiro Harmônica ou Gaita, personagem de Sergio Leone em Era uma vez no Oeste (BR), interpretado por Charles Bronson. No filme de Leone, Bronson (sem bigode) está sempre com os olhos semi-cerrados e sorrindo para seus adversários, parecendo um típico sino-americano (Um dos filmes de Bronson na década de 70 chamava-se justamente Chino). Além de contar com a inseparável gaita, que esta sempre à mão. Já Caine, que é de fato sino-americano, gosta de tocar sua flauta antes de derrubar seus oponentes.
* Quentin Tarantino, fã de Leone e dos filmes de artes marciais, faz com que Bill (o personagem que criou para Carradine no filme Kill Bill Volume 2) também apareça tocando uma flauta e sorrindo para Uma Thurman, antes de invadir com sua gangue a igreja em que ela estava se casando e massacrar todos os presentes.
* Em 1986 e 1987, foram filmadas duas sequências da série Kung Fu, com a participação de Brandon Lee, filho de Bruce Lee.

























Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/David_carradine
http://pt.wikipedia.org/wiki/Kung_Fu_%28s%C3%A9rie%29
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