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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Ricardo Boechat, Âncora do Jornal da Band

Ricardo Eugênio Boechat (Buenos Aires, 13 de julho de 1952) é um jornalista brasileiro nascido na Argentina.

Carreira

Começou sua carreira em 1970 como repórter do extinto jornal Diário de Notícias. Também nos anos 70, iniciou sua carreira como colunista, colaborando com a equipe de Ibrahim Sued. Em 1983 foi para o jornal O Globo. Em 1987 ocupou por seis meses a secretaria de Comunicação Social no governo Moreira Franco (1987-1991). Após o período voltou para O Globo. Nessa mesma ocasião, passou a lecionar na Faculdade da Cidade do Rio de Janeiro, onde também, convidado pelo professor Paulo Alonso, diretor da instituição e companheiro seu na redação de O Globo, passou a editar o Jornal da Cidade, periódico mensal da faculdade.

Escândalo

Ao participar de reportagens na guerra pelo controle das companhias telefônicas no Brasil, Boechat teve sua reputação atacada em reportagem publicada na revista Veja em junho de 2001. O colunista foi demitido, após trinta anos de trabalho no jornal O Globo, quando a revista publicou trecho de um grampo telefônico em que Boechat estaria revelando ao jornalista Paulo Marinho o conteúdo das matérias que seriam publicadas pelo jornal. Marinho trabalhava para Nelson Tanure, principal acionista do Jornal do Brasil e aliado da TIM, empresa que disputava o controle da Telemig Celular e Tele Norte Celular em confronto com o banqueiro Daniel Dantas.O escândalo revelou alguns dos métodos empregados nas guerras pelos controles das companhias telefônicas, na qual ocorriam grampos a jornalistas, notícias plantadas e envolvimento de grupos poderosos. Vítima destes grampos, a situação de Boechat ficou insustentável na Globo. Nos últimos anos antes da demissão, Boechat, com sua coluna em O Globo, se transformou num dos mais influentes jornalistas do país.

Boechat também deu início ao primeiro escândalo da quebra do sigilo do painel do Senado Federal, quando em 2000 revelou que o painel do Senado não era seguro. Pouco depois, disse que a senadora Heloísa Helena teria traído o então o Partido dos Trabalhadores (PT) na votação que cassou o mandato do senador Luís Estêvão. Antes da demissão, Boechat deixou claro que tinha uma cópia da lista de votação. Mesmo assim, ou por isso, ele não foi inquirido pelo Conselho de Ética do Senado por não ser político.Bandeirantes

Após a demissão, assumiu a "Coluna Boechat" no Jornal do Brasil.

Na televisão, se destaca pela apresentação do Jornal da Band, e antes disso foi diretor de jornalismo da TV Bandeirantes do Rio de Janeiro. Também passou pelo SBT carioca.

Em 2006 passou a assinar uma coluna diária no jornal O Dia, no Rio de Janeiro.

Também trabalha na rádio Bandnews FM, onde ancora um jornal matutino diário, e escreve semanalmente uma coluna com seu nome na revista IstoÉ.















Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ricardo_Boechat

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

MV Bill, O Bagulho é Doido


Alex Pereira Barbosa (Rio de Janeiro, 3 de janeiro de 1974), mais conhecido pelo nome artístico MV Bill, é um rapper e escritor brasileiro. Iniciou a carreira na música em 1988, quando começou a escrever sambas-enredo para seu pai, sendo que em 1993 fez sua primeira participação em um disco oficial.[1] Seu primeiro álbum foi lançado em 1999 sob o título de Traficando Informação, que contou com a faixa "Soldado do Morro", que fez MV Bill ser acusado de apologia ao crime.[2] Três anos depois, gravou o segundo trabalho, chamado Declaração de Guerra, com participações de artistas como Charlie Brown Jr. e Nega Gizza. Sua discografia ainda abrange outros dois álbuns, Falcão, O Bagulho é Doido, de 2006, e Causa e Efeito, de 2010.[3] Ainda, lançou um disco de vídeo em 2009, intitulado Despacho Urbano.

Paralelamente à carreira de rapper, MV Bill lançou em 2005, junto com Celso Athayde, o livro Cabeça de Porco. No ano seguinte, Falcão - Meninos do Tráfico, disponibilizado em livro e DVD, que tornou-se conhecido nacionalmente após exibição no programa Fantástico, da Rede Globo. O documentário conta a história de dezessete jovens que se envolveram com o tráfico de drogas, onde somente um sobreviveu. Durante as filmagens, Bill chegou a ser detido e preso por policiais.[4] Uma sequência desse material foi lançada em 2007, sob o nome Falcão - Mulheres e o Tráfico.

MV Bill também atua como ativista social, tendo criado junto com Celso Athayde a organização não-governamental Central Única das Favelas (CUFA), presente em todos os estados do Brasil. Acompanhada da CUFA, veio o Festival Hutúz e consequentemente o Prêmio Hutúz, que enquanto existiu, foi considerado o maior do gênero na América Latina.[1] Em 2009 participou das filmagens do filme Sonhos Roubados e, no ano seguinte, passou a integrar o elenco da 18ª temporada da telenovela Malhação, exibida pela Rede Globo, como o persongem Antônio.[5]

Biografia

Anos iniciais

Alex Pereira Barbosa nasceu em 3 de janeiro de 1974 no bairro Cidade de Deus, localizado na cidade do Rio de Janeiro, onde reside até hoje. Seus pais são Mano Juca, que exerce a profissão de bombeiro, e Dona Cristina, dona-de-casa.[1] Ganhou o apelido de "Bill" logo aos oito anos de idade, em referência a um rato que vinha nas figurinhas de chiclete da Copa do Mundo FIFA de 1982. Já a alcunha MV apareceu mais tarde, em 1991, quando senhoras evangélicas da Cidade de Deus o rotularam por "Mensageiro da Verdade", pelo modo como transmitia a realidade das favelas.[2]

Seu primeiro contato com o hip hop ocorreu até o 1984, através da breakdance e do Miami Bass. Mas, efetivamente, essa relação teve início em 1988, quando assistiu ao filme As Cores da Violência e leu a tradução de algumas canções presentes na trilha sonora do mesmo. A partir daí, começou a formular músicas, mas como o que predominava no seu bairro era o samba-enredo, ele cantava junto com o seu pai em uma escola de samba.[1]

Em 1993, participou da coletânea musical Tiro Inicial, de diversos estilos de música, a qual revelou Gabriel o Pensador. Foi a partir desse ano que MV Bill decidiu seguir a carreira de rapper.[1]

1998-2000: Primeiras canções e Traficando Informação

Em 1998, MV Bill lançou o disco CDD Mandando Fechado, pela gravadora Zâmbia Fonográfica, com músicas que contam a realidade do bairro em que mora, mas com o nome das pessoas alterados para preservar as respectivas identidades.[6] Um ano depois, este álbum foi remasterizado com a adição de três novas faixas e relançado pela Natasha Records com o título Traficando Informação.[7] O disco, que contou com a produção de Ice Blue, integrante dos Racionais MC's, teve a participação especial de KL Jay, DJ Will, PMC e sua irmã Kmila CDD. As três faixas inéditas são "De Homem pra Homem", "Sem Esquecer as Favelas" e "Soldado do Morro".[1]

Ainda em 1999, MV Bill lançou seu primeiro videoclipe, "Traficando Informação", através da Conspiração Filmes.[8] Participou do Free Jazz Festival como um dos únicos artistas de rap, onde polemizou ao apresentar-se com uma arma na cintura, que mais tarde afirmou ser de brinquedo.[9][2] Uma das suas mais famosas atitudes está o fato de só dar entrevistas na Cidade de Deus. Ficou ainda mais conhecido em 2000, ao estrelar uma campanha publicitária de televisão contra o vandalismo em telefones públicos.[2] Em 2000, foi indicado ao Video Music Brasil com a canção "A Noite", mas acabou sendo derrotado por "Us Mano e as Mina", de Xis.[1]

Em dezembro de 2000, o rapper lançou o videoclipe de "Soldado do Morro", onde também retrata o trabalho dos traficantes no bairro. Foi acusado de apologia ao crime por usar um fuzil em todo o videoclipe e recebeu represálias negativas de algumas personalidades da música.[10] Em contraponto, Caetano Veloso, Djavan e Gilberto Gil se posicionaram a favor de MV.[8] O videoclipe foi premiado no Prêmio Hutúz - o maior do gênero na América Latina - como "Melhor Videoclipe do Ano" e no tradicional Video Music Brasil 2001, da MTV, como "Melhor Videoclipe de Rap".[1]

2000-2005: Declaração de Guerra e estreia como escritor

No ano seguinte, lançou seu segundo álbum oficial, através da Natasha Records e da BMG, chamado Declaração de Guerra, que basicamente trata sobre os mesmos assuntos de Traficando Informação. Conforme explicado pelo artista, a declaração de guerra é em favor dos excluídos e contra o preconceito ao negro.[11] O disco traz participações de Charlie Brown Jr., Buiú da Doze, Kmila CDD, Nega Gizza, e de seu pai. Neste trabalho, MV Bill utilizou uma expansão do rap, com outros estilos musicais, como o samba rock e a MPB. Entre os destaques estão "Dizem que Sou Louco", "Só Deus Pode me Julgar" e "Soldado Morto".[1]

Em abril de 2005, MV Bill iniciou também sua carreira de escritor, lançando junto com o produtor Celso Athayde o livro Cabeça de Porco, que foi co-escrito por Celso Athayde e Luiz Eduardo Soares e lançado pela Editora Objetiva.[12] Ele trata da entrada rápida dos jovens da periferia no mundo do crime e utiliza dados de pesquisas etnográficas, entrevistas e filmagens.[1]

2006-2007: Falcão - Meninos do Tráfico e Falcão, o Bagulho é Doido

Em 2006, Bill lançou junto com Athayde o famoso livro e documentário Falcão - Meninos do Tráfico, que conta a história de dezessete meninos envolvidos com o tráfico de drogas em diferentes favelas, sendo que somente um deles sobreviveu.[13] A partir do dia 19 de março de 2006, o documentário começou a ser exibido no programa Fantástico da Rede Globo.[14] A primeira transmissão teve cerca de 58 minutos, correspondendo a cerca de metade do tempo do programa. Este foi um fato inédito desde 1973, quando foi a última vez que o Fantástico exibiu um documentário de produção independente.[15] Também foi citado na Globo News e na TV Câmara na mesma semana. Por causa disto, o então presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva convidou MV Bill para uma audiência particular no Palácio do Planalto, onde foi presenteado com o DVD e o livro.[1] O filme recebeu o Prêmio Rei, da Espanha.[16]

Meninos do Tráfico resultou no terceiro álbum de estúdio de MV Bill, chamado Falcão, O Bagulho é Doido, lançado no mesmo ano pela Universal Records.[17] Como uma trilha sonora do documentário, O Bagulho é Doido traz a mesma ideologia apresentada nos outros trabalhos.[1] Caetano Veloso fez uma participação em "Língua de Tamanduá", que foi o destaque junto com "O Bagulho é Doido", "Estilo Vagabundo" (com Kmila CDD) e "Preto em Movimento".[2]

Em julho de 2007, marcou presença em outro festival contendo música brasileira em prol da preservação ambiental, o Live Earth, realizado na Praia de Copacabana.[18] No mesmo ano, lançou o terceiro livro de sua carreira, chamado Falcão - Mulheres e o Tráfico, onde explana a mesma condição do documentário anterior, mas com as mulheres que fazem parte do tráfico.[19]

2008-presente: Despacho Urbano e Causa e Efeito
Em 2008, MV Bill estreou o programa "A Voz das Periferias", na rádio Roquette Pinto 94.1 FM.[20] Em 2009, é lançado o primeiro DVD da carreira de MV Bill. Lançado pela gravadora independente Chapa Preta, Despacho Urbano contém dez faixas de sucesso, onze videoclipes e cinco extras, onde são incluídos depoimentos e ensaios.[21] Este DVD fez MV Bill ser indicado novamente ao Video Music Brasil, onde foi escolhido o "Destaque no Rap" de 2009.[22] Na última edição do Prêmio Hutúz, que foi idealizado pela Central Única das Favelas, criada pelo próprio MV, o rapper foi escolhido como um dos "Melhores grupos ou artistas solo da década" e Declaração de Guerra como "Melhores álbuns da década".[23]

Sem lançamentos inéditos desde 2006, MV Bill voltou com a música "O Bonde não Para" em 2009, juntamente com sua irmã Kmila CDD, o qual foi acompanhado de um videoclipe dirigido pelo próprio artista.[24] Em abril de 2010, após uma espera de cerca de um ano pelo público foi lançado pela Universal Music junto com a Chapa Preta, o álbum Causa e Efeito, onde MV apresenta um rap menos "agressivo", mas sem deixar de apresentar o conteúdo nas letras que o deixaram conhecido nacionalmente.[25] Causa e Efeito contou com a participação de Chuck D, vocalista do aclamado Public Enemy e Chorão, do Charlie Brown Jr.. O álbum é vendido nos concertos ao preço de R$ 5.[26]

Além de "O Bonde não Para", a canção "Corrente" também ganhou um videoclipe, que foi feito em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, novamente com sua irmã Kmila.[27] O álbum e os videoclipes fizeram Bill vencer pela segunda vez consecutiva a categoria "Destaque no Rap", no Video Music Brasil 2010.[28] Em agosto do mesmo ano, teria sido confirmado que Bill iria fazer parte da trilha sonora do filme Velozes e Furiosos 5[29], fato que foi desmentido pelo mesmo no mês seguinte.[30]

























Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/MV_Bill

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Edir Macedo, Bispo da Igreja Universal do Reino de Deus


Edir Macedo Bezerra (Rio das Flores, Rio de Janeiro, 18 de fevereiro de 1945) é um televangelista, empresário e religioso brasileiro, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), e proprietário da Rede Record de Televisão.[1] Também lançou álbuns musicais, como "As canções preferidas do Bispo Macedo" em 3 edições, tendo, o último, recebido certificação de Ouro pelos mais de 100 mil exemplares vendidos no Brasil, segundo a ABPD.[2]

É o fundador e responsável direto pela IURD, com mais de 2 milhões de fiéis[3] em mais de cento e setenta países da Europa, Ásia, Oceania, África e Américas.[4] Promotora e defensora da Teologia da Prosperidade, a IURD cresceu e tornou-se a quarta maior corrente religiosa do país, segundo o Censo de 2000.[5]
Biografia

Nascido numa família católica praticante, cultivou esta fé e posteriormente a abandonou para freqüentar terreiros de cultos afro-brasileiros de Umbanda. Depois de anos na Umbanda, abandonou a religião para se tornar Cristão evangélico. No início dos anos 60, era membro da Igreja de Nova Vida.

Em 1971 casou-se com Esther Eunice Rangel. Iniciou seu trabalho evangelístico como pastor em 1974, ano em que criou o Ministério Cruzada Para o Caminho Eterno, onde pregava ao ar livre, em um coreto, localizado em uma praça do Méier, na cidade do Rio de Janeiro.[6] Em 1977, fundou a Igreja Universal do Reino de Deus, cuja primeira sede funcionava no prédio de uma antiga funerária, na Zona Norte do Rio de Janeiro, hoje Catedral Mundial da Fé. Bacharelou-se em teologia em 1981.

Em 9 de novembro de 1989, com ajuda de outros empresários de confiança, assumiu a direção da TV Record, que tinha apenas três emissoras, uma na capital e duas no interior do estado de São Paulo, que no ano seguinte transformaria a Rede Record. Somente em 1991 é que comprou e assumiu de fato o controle da emissora. Nos anos seguintes, compra os estúdios da atual Line Records, o parque gráfico Universal Produções, responsável pela edição da Folha Universal (em 1992), as emissoras de rádios e TVs e se torna proprietário da Rede Família (em 1998), Rede Mulher (em 1999) e a Rede Aleluia, formada por 65 emissoras de rádio.

Autor de vários livros de caráter religioso, e do polêmico best-seller "Orixás, Caboclos e Guias, Deuses ou Demônios?",[7][8] detém também doutoramentos por cursos livres de pós-graduação em Teologia e em Filosofia Cristã, e Honoris Causa em Divindade, todos pela Faculdade de Educação Teológica no Estado de São Paulo.[9]

Em 27 de setembro de 2007, fundou a Record News (ex-Rede Mulher), canal de notícias 24 horas da Rede Record e na ocasião chegou a comentar que que vai "cutucar fígado" até a Rede Globo cair.[10]Controvérsias

Na Igreja

* Em Agosto de 1989 o jornalístico Documento Especial da Rede Manchete (hoje RedeTV!) apresentou uma das primeiras reportagens criticando os meios da IURD de pregar a instituição dos dízimos e dos ofertórios.
* Na década de 90, após a compra da Rede Record, surgiu na mídia nacional uma série de matérias em formato de denúncia acerca de supostos crimes de Edir Macedo. Além disso, foram relatadas críticas a doutrina seguida pelos membros da Igreja Universal do Reino de Deus.
* Em 1992, Macedo foi preso sob acusações de charlatanismo, curandeirismo e envolvimento com tráfico de drogas.[11] Macedo foi inocentado das acusações e liberado. Uma foto tirada nesta época, na carceragem da 91° DP (Vila Leopoldina), em São Paulo (tornou-se um dos símbolos dos fiéis da Igreja Universal) e acabaria por ilustrar a capa de uma biografia do bispo em 2007.
* Em 1995, o Jornal Nacional (da Rede Globo) apresentou uma matéria-denúncia sobre como Macedo ensina seus bispos e pastores a convencerem os fiéis da IURD a darem ofertas e dízimos, em meio a brincadeiras com o dinheiro arrecadado e frases como "ou dá ou desce", referindo-se a fiéis que não davam o dízimo. Entre os bispos estaria Carlos Rodrigues, mais conhecido como Bispo Rodrigues.[12]
* No auge do incidente do "Chute na santa" foi apresentada mini-série na Rede Globo, chamada Decadência. A série falava sobre a vida de um pastor evangélico corrupto e devasso, interpretado por Edson Celulari. Segundo um documentário da Rede Record sobre a prisão de Macedo, algumas falas do personagem foram retiradas de trechos de declarações públicas de Edir Macedo, para sugerir uma identificação entre ambos[13].

Equipamentos

* Edir Macedo também foi denunciado pelo Ministério Público por importação fraudulenta de equipamentos e uso de documento público falso e um processo foi aberto pela Justiça Federal,[14] processo que já foi arquivado por terem sido Edir Macedo e diretores da Rede Record considerados inocentes pela Justiça.

Orixás, Caboclos e Guias: Deuses ou Demônios?

Enfrentou processos devido ao fato do conteúdo de seu livro, Orixás, Caboclos e Guias: Deuses ou Demônios?, por apresentar várias opiniões contrárias as doutrinas das Religiões afro-brasileiras e o Espiritismo, o que levou a Justiça a suspender a circulação do livro[7][8], que, de acordo com a decisão, "extrapola os limites da liberdade religiosa"[15], como no trecho do livro em que diz: "Se o povo brasileiro tivesse os olhos bem abertos contra a feitiçaria, a bruxaria e a magia, oficializadas pela umbanda, candomblé, kardecismo e outros nomes (...), certamente seríamos um país bem mais desenvolvido."[8]

Sobre aborto

* O posicionamento de Edir Macedo sobre alguns assuntos polêmicos também levantam discussões,[16] como o fato de Macedo ser a favor do aborto, onde ele diz: “Eu sou a favor do aborto sim, e digo isso em alto e bom som, e se eu estou pecando, eu cometo este pecado consciente, si!”.[17][18]Denúncias em 2009

Em 2009, novamente foi alvo de denúncias, desta vez pelo Ministério Público de São Paulo. A ação criminal foi aberta pelo juiz Gláucio de Araujo, da 9ª vara criminal de SP, na qual acusa o bispo e mais nove pessoas ligadas a ele. Todos foram acusados pelos crimes de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha[12]. Segundo a denúncia da promotoria, Macedo e os outros acusados teriam feito desvio de dinheiro de doações de fiéis, também se aproveitando da isenção de impostos oferecida a igrejas de qualquer culto, determinada pela constituição brasileira[12]. De acordo com a denúncia, aceita pela justiça, para esconder a origem do dinheiro, o bispo e os outros acusados teriam usado um esquema de lavagem de dinheiro que envolveria empresas de fachada no Brasil e no exterior[12]. Os recursos então, voltaram ao Brasil, na forma de empréstimos feitos pelos chamados "laranjas" de Edir Macedo e foram usados para comprar empresas. A denúncia ainda está sendo apurada. Diversas emissoras de televisão brasileira, como a Rede Globo, SBT, Rede Bandeirantes e RedeTV! divulgaram a denúncia.[19]

Porém, as matérias veiculadas pela Rede Globo foram consideradas pela Rede Record como "desespero da concorrência" e, com isso, a emissora paulista exibiu em seus jornais reportagens atacando a emissora carioca.

No dia 19 de outubro de 2010, foi anulada todas as acusações do Ministério Público de São Paulo contra o Edir Macedo e mais nove pessoas, pois a denúncia foi considerada uma investigação ilegal. Em Maio, o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo já havia anulado algumas provas do processo que já indicava uma investigação ilegal.[20]Eleições 2010

Edir Macedo provocou polêmica ao declarar abertamente o voto à Dilma Rousseff e que é vítima de boatos sobre o aborto.[21][22]

Formações

Teologia

* Bacharel em Teologia (Faculdade Evangélica de Teologia "Seminário Unido")[23]
* Doutor em Teologia (Faculdade de Educação Teológica no Estado de São Paulo, FATEBOM)[23]
* Doutor em Filosofia Cristã (Faculdade de Educação Teológica no Estado de São Paulo, FATEBOM)[23]
* Doutor Honoris Causa em Divindade (Faculdade de Educação Teológica no Estado de São Paulo, FATEBOM)[23]
* Mestre em Ciências Teológicas (Federación Evangélica Española de Entidades Religiosas, "F.E.E.D.E.R", em Madri, Espanha)[23]

Cursos de doutorado da FATEBOM são "Cursos Livres" em nível de pós-graduação, não credenciados ou reconhecidos pelos órgãos governamentais competentes [24] Como afirmado no próprio site da entidade, com frequência seus alunos completam o "doutorado" entre 6 a 12 meses, o que por si só chama a atenção ao grau de vericidade do título, quando comparado aos 4 a 5 anos em um doutorado reconhecido.

Títulos

* Cidadão Benemérito do Estado do Rio de Janeiro (conferido pela Assembléia Legislativa, conforme a resolução 41/1987;[25]
* Medalha Tiradentes (conferida pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro);[23]
* Cidadão Petropolitano (Câmara Municipal de Petrópolis - RJ);[23]
* Cidadão Paulistano (Câmara Municipal de São Paulo).[23]























Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Edir_Macedo

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Drauzio Varella

Drauzio Varella (São Paulo, 1 de janeiro de 1943), é um médico oncologista e escritor brasileiro, conhecido por popularizar a medicina em seu país, através de programas de rádio e TV. Foi também um dos fundadores da Universidade Paulista e da Rede Objetivo, onde lecionou física e química durante muitos anos.

Carreira médica

Descendente de galegos e portugueses, Drauzio estudou medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. No início dos anos 70, já como médico, ele começou a trabalhar com o professor Vicente Amato Neto na área de moléstias infecciosas do Hospital do Servidor Público de São Paulo. Durante 20 anos, dirigiu também o serviço de imunologia do Hospital do Câncer (São Paulo) e de 1990 a 1992, o serviço de câncer do Hospital do Ipiranga.

Deu aulas em várias faculdades do Brasil e em instituições em outros países, como o Memorial Hospital de Nova Iorque, a Cleveland Clinic (também nos Estados Unidos), o Instituto Karolinska de Estocolmo, a Universidade de Hiroshima e o National Cancer Institute, em Tóquio.

Além do câncer, Drauzio Varella dedicou seu trabalho também ao estudo da AIDS. Foi um dos pioneiros no estudo dessa doença no Brasil, especialmente do sarcoma de Kaposi. Em 1989, iniciou um trabalho no Carandiru (nome popular da "Casa de Detenção de São Paulo"), investigando a prevalência do vírus HIV nos detentos. Até 2002, ano em que o presídio foi desativado, trabalhou como médico voluntário no local. O dr. Varella chegou a idealizar uma revista em quadrinhos, O Vira-Lata, como parte do plano de prevenção da AIDS na cadeia.

Atualmente, apoiado pela Universidade Paulista e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), dirige no Rio Negro um projeto de análise de plantas brasileiras, buscando obter extratos para testar experimentalmente no combate à bactérias resistentes a antibióticos e ao câncer.

Carreira como comunicador

Em 1986, sob orientação do radialista Fernando Vieira de Mello, iniciou campanhas na rádios com o intuito de esclarecer a população sobre a AIDS e métodos de prevenção. Com esse projeto, Varella trabalhou na Jovem Pan e depois na 89 FM de São Paulo.

Na televisão, seu trabalho mais conhecido é o na Rede Globo, onde apresenta diversos quadros na área de saúde no programa Fantástico, falando sobre o corpo humano, o tabagismo, primeiros socorros, gravidez, obesidade e transplante de órgãos. Além da Rede Globo, ele trabalha ainda em outras emissoras como o Canal Universitário e a TV Senado, nos quais entrevista especialistas e discute assuntos de saúde em diversas áreas.Carreira como escritor

Além das campanhas de prevenção, Drauzio Varella também é um premiado escritor, tanto de ficção para adultos quanto para crianças. Lançado em 1999, o livro Estação Carandiru, que conta sobre seu trabalho com os presidiários do Carandiru, virou best-seller e recebeu o Prêmio Jabuti na categoria "não-ficção". Em 2003, a obra ganhou as telas do cinema num filme do diretor Hector Babenco.

Escreveu o prefácio do livro Ludopédio:Esporte de Cardiopatas, do Professor Asdrúbal Fragoso.

Seu outro livro, Nas ruas do Brás, foi agraciado na Feira Internacional do Livro de Bolonha, na Itália e também na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, em 2001, na categoria "revelação de autor de literatura infantil". Já Florestas do Rio Negro foi indicado ao Prêmio Jabuti em 2002.

Obras publicadas

* AIDS hoje, em três volumes, com colaboração de Antonio Fernando Varella e Narciso Estareira
* Estação Carandiru, Companhia das Letras
* Macacos, Publifolha (coleção "Folha Explica")
* Nas ruas do Brás, Companhia das Letras (literatura infantil)
* De braços para o alto, Companhia das Letras (literatura infantil)
* Florestas do Rio Negro, sob a editoria científica de Alexandre Adalardo de Oliveira e Douglas C. Daly
* Maré - vida na favela, Casa das Palavras (co-autoria de Paola Berenstein e Ivaldo Bertazzo)
* Por um fio, Companhia das Letras
* Borboletas da Alma - Escritos sobre ciência e saúde, Companhia das Letras
* O Médico Doente, Companhia das Letras

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Drauzio_varella

Bozo, o palhaço e Arlindo Barreto

O palhaço Bozo Láah (no Brasil, com nome completo, ficou "Bozo Bozoca Nariz de Pipoca") é um personagem criado nos EUA em 1946 por Alan Livingston, que fez muito sucesso em vários países do mundo.

História

Bozo foi criado em 1946 por Alan W. Livingston, que produziu um álbum de discos de histórias infantis e livros ilustrativos. O dublador original do Pateta, P. Colvig, foi que fez a voz do personagem nas gravações.

Em 1949, Bozo começa sua carreira na televisão. Larry Harmon, que foi um dos primeiros a interpretar o palhaço na TV, comprou os direitos do personagem, e o transformou em uma franquia, dando a ele uma personalidade engraçada, e, junto com estilistas de Hollywood, inventa um cabelo espetado para Bozo.

Nesta época Bozo fez muito sucesso na televisão americana. Larry Harmon chegou a treinar mais de 200 atores para interpretá-lo, em diferentes canais locais que exibiam Bozo nos EUA. Outro ator que interpretou o personagem nos Estados Unidos foi Bob Bell, que foi o Bozo por 25 anos. Quando o palhaço era interpretado por Willard Scott, o seu programa fazia merchandising para a lanchonete McDonald´s, que, mais tarde, criou seu próprio personagem Ronald McDonald, e Willard Scott (que era o Bozo) passou a interpretá-lo.

O programa do palhaço Bozo chegou a ser produzido em mais de 240 estações de TV em 40 países, entre eles, o Brasil, onde tornou-se muito popular, sendo exibido pela TV Record (de 1980 a 1981) e pelo SBT (de 1981 a 1991). O comediante Wandeko Pipoca foi escolhido por Larry Harmon, o dono da franquia, para ser o primeiro Bozo brasileiro.Com o sucesso do personagem, outros atores - Oliver Mark, Manoel Duarte, Luís Ricardo, Caio Machado, Diego Três, André Peixe, Charle Myara, Marcos Pajé, Edílson Oliveira da Silva e Arlindo Barreto, foram contratados para o papel no programa que ia ao ar nas manhãs e tardes da emissora. Outros palhaços interpretaram Bozo em shows pelo país.

Personagens adicionais foram criados no programa, como o Papai Papudo (Gibe), Vovó Mafalda (Valentino Guzzo), Kuki (Roni Cócegas) e Salci Fufu (Pedro de Lara).

O programa contava ainda com os fantoches Maroca (Leda Figueiró), Candinha (Zaira Zordan), Zico (Fábio Vilalonga), Zecão (Lúcio Esper) e outros.

O programa Bozo terminou em 1991 com a morte de Décio Roberto, o último ator a encarnar o personagem no Brasil. Com a extinção do programa, Arlindo Barreto passou por problemas derivados do uso de drogas ilícitas. Depois, tornou-se pastor[1].

No dia 14 de Março de 2009, faleceu Alan Livingston, criador do palhaço, aos 91 anos. Em julho de 2008, Larry Harmon havia falecido, aos 83 anos.Arlindo Barreto (19 de maio de 1953) é um ator e pastor evangélico brasileiro. Interpretou o palhaço Bozo durante anos no SBT e, após um tempo nas drogas, se converteu e tornou-se pastor de uma igreja Batista. É filho da atriz e vedete Márcia de Windsor, falecida em 4 de agosto de 1982.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bozo#cite_note-1
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arlindo_Barreto

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Tande da Seleção Brasileira de Vôlei

Alexandre Ramos Samuel, conhecido como Tande (Resende, 20 de março de 1970) é um ex-jogador de voleibol brasileiro, que se destacou na Seleção Brasileira e no exterior.

Integrou a seleção brasileira nos Jogos Olímpicos de Barcelona 1992- conquistou a medalha de ouro -, Atlanta 1996 e Sydney 2000.

No vôlei de quadra, Tande jogou pelo Botafogo de Futebol e Regatas (RJ), AABB (DF), Banespa (SP), Mediolanum (Itália), Clube de Regatas do Flamengo (RJ) e Olympikus (SP).

No vôlei de praia, foi parceiro de Giovane, Emanuel, Loiola, Pará, Pedro Cunha e, em 2004, do cearense Franco.

Atualmente, é comentarista nas transmissões de voleibol da TV Globo. Tande é casado com a atriz Lizandra Souto, e tem dois filhos.Principais resultados

* 1992 - Campeão do World Super Four pela Seleção Brasileira
* 1992 - Medalha de ouro pela Seleção Brasileira nos Jogos Olímpicos de Barcelona
* 1993 - Campeão da Liga Mundial pela Seleção Brasileira
* 1998 - Campeão do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia
* 1998 - Eleito o melhor atacante do Circuito Banco do Brasil
* 1999 - Rei da Praia
* 2000 - Campeão do Grand Slam do Circuito Banco do Brasil no Recife
* 2001 - Campeão do Circuito Mundial, com Emanuel
* 2001 - Campeão do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia
* 2001 - Eleito o melhor atacante do Circuito Banco do Brasil
* 2001 - Eleito o melhor jogador do Circuito Banco do Brasil
* 2003 - Campeão da etapa de Maceió do Circuito Banco do Brasil, com Pedro Cunha, e vice-campeão em São José dos Campos, com Pará.
* 2004 - Vice-campeão do Circuito Mundial
* 2004 - Campeão do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia
* 2004 - Campeão da etapa da África do Sul do Circuito Mundial e vice-campeão no Grand Slam da Áustria, com Franco
* 2004 - Campeão das etapas de Porto Alegre, Maceió e Rio de Janeiro do Circuito Banco do Brasil; vice-campeão em Brasília e em Recife, e terceiro colocado em Goiânia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tande

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Lima Duarte, Um dos mais importantes atores do Brasil

Lima Duarte (nome artístico de Ariclenes Venâncio Martins, Sacramento, 29 de março de 1930) é um ator, diretor e dublador brasileiro. É considerado um dos mais importantes atores do Brasil, tornando-se famoso através de vários papéis memoráveis ao longo da história da telenovela brasileira.

É padrasto da atriz Débora Duarte e avô das também atrizes Paloma e Daniela Duarte e é torcedor do São Paulo Futebol Clube.

O começo

Nascido no interior de Minas Gerais, num povoado chamado Nossa Senhora da Purificação do Desemboque e do Sagrado Sacramento, referido por ele como "Desemboque", distrito de Sacramento, chegou em São Paulo de carona num caminhão que transportava mangas.

Filho do boiadeiro araguarino Antônio José Martins e de uma artista do circo América, Lima Duarte, cujo nome é Ariclenes Venâncio Martins, jamais se esqueceu de suas raízes, e viu na oportunidade uma forma de entrar em contato com a figura paterna. “Estar aqui na cidade (Araguari), para mim, é de certa forma encontrar-me com meu pai, com um passado que eu não tive oportunidade de conhecer. Tenho certeza que ele permanece vivo em meu coração e em minhas lembranças, das quais também fará parte.”

Começou a trabalhar em rádio, como faz-tudo, até chegar a sonoplasta e, finalmente, a radioator, quando adotou o nome artístico de Lima Duarte por sugestão de sua mãe, que era espírita e lhe aconselhou o nome de seu guia. Ingressou na televisão, da qual é um dos pioneiros no Brasil.

Esteve no elenco da primeira telenovela brasileira, Sua Vida Me Pertence, tornando-se um dos principais nomes do gênero.

Também fez dublagens em português de desenhos animados norte-americanos da Hanna-Barbera, como o Manda-Chuva, o Wally Gator, o Dum-Dum de Tartaruga Touché e o Hardy (de Lippy e Hardy), entre outros.

Atuou em peças teatrais de protesto como Arena conta Zumbi de Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri.

Televisão

Depois de anos na Rede Tupi, tendo passado por grandes dificuldades financeiras devido ao caos da emissora, que acabou falindo, foi contratado pela Rede Globo como diretor, graças à fama obtida ao conduzir a telenovela Beto Rockfeller. Conseguiu dar um salto na carreira ao interpretar o personagem Zeca Diabo, na novela O Bem-Amado (1973), de Dias Gomes. Imitando a voz fina de um parente na interpretação do violento jagunço, obteve grande notoriedade e foi premiado, transformando esse personagem num dos maiores sucessos da história das telenovelas. Em 1984, substituiu Rolando Boldrin no programa Som Brasil, onde também contava histórias de escritores consagrados como Guimarães Rosa.Outro personagem antológico da história da telenovela brasileira foi o Sinhozinho Malta de Roque Santeiro, novela escrita por Dias Gomes e Aguinaldo Silva. Houve também o histórico Sassá Mutema, de O Salvador da Pátria (1989). Assim como o seu personagem, também ele se apaixonou pela "professorinha" Clotilde, interpretada por Maitê Proença, mas não foi correspondido.

Em Da Cor do Pecado ele viveu o empresário Afonso Lambertini e protagonizou cenas emocionantes da trama, como a que descobre que o filho não morreu e que logo em seguida é assassinado na frente dele.

Interpretou ainda o prefeito Viriato Palhares em Desejo Proibido (2007/08), novela exibida às 18 horas pela Rede Globo. Seu trabalho mais recente foi em Caminho das Índias (2009), como Shankar, um brâmane, pai de Bahuan (Márcio Garcia).

Trabalhos notáveis

* Zeca Diabo em O Bem Amado
* Sinhozinho Malta em Roque Santeiro
* Sassá Mutema em O Salvador da Pátria
* Dom Lázaro Venturini em Meu Bem, Meu Mal
* Murilo Pontes em Pedra sobre Pedra
* Major Emiliano Bentes em Fera Ferida

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lima_Duarte_%28ator%29

terça-feira, 26 de outubro de 2010

João Gordo, O Rato de Porão do ABC

João Gordo (nome artístico de João Francisco Benedan, Angatuba, 13 de março de 1964) é um músico, repórter e apresentador de televisão brasileiro. É integrante da banda Ratos de Porão e foi apresentador da MTV. Agora, integra o quadro de artistas da Rede Record.

João Gordo entrou para a banda Ratos de Porão em 1983; o então vocalista, Jão, não gostava de cantar e cedeu seu lugar a ele, que estava sempre nos ensaios do grupo. Seu primeiro show com o Ratos de Porão foi na PUC de São Paulo em julho de 1983.

Em 1996 começou carreira de apresentador no canal MTV. Já comandou os programas Suor, Garganta e Torcicolo, Gordo Pop Show, Gordo on Ice, Gordo a Go Go, Piores Clipes do Mundo, Gordo Freak Show, Gordo à Bolonhesa, Fundão MTV, Gordoshop e Gordo Visita. Atualmente, apresenta um quadro no programa Legendários, da Rede Record que fala sobre política e problemas sociais.

Como apresentador, é conhecido por sua grande irreverência e ironia, com um agudo e "sujo" senso de humor, frequentemente proferindo muitos palavrões. Também gosta de expressar seu lado nostálgico, afirmando gostar de bandas e cantores nacionais "bregas" do passado, como Odair José e Paulo Sérgio.Em 31 de janeiro de 2000 João sofreu um derrame pleural, passando 22 dias internado numa UTI. Até então, fumava três maços de cigarro por dia; depois do incidente, abandonou o vício. Em novembro de 2003, protagonizou o episódio mais famoso do programa Gordo a Go-Go, ao trocar insultos, empurrões e destruir o cenário do programa com o cantor Dado Dolabella. Quase um ano depois, em 23 de dezembro, sofreu uma disritmia no coração e ficou cinco dias internado, também numa UTI. Passou por uma cirurgia de redução do estômago, e em 2004 casou-se com a jornalista Viviana Torrico. Em abril do mesmo ano ganhou a primeira filha, Victoria. Em setembro de 2005 Viviana deu a luz o segundo filho do apresentador; Pietro.

Também é blogueiro do R7.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Gordo

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Carlos Moreno, O Garoto Bombril

Carlos Alberto Bonetti Moreno é um ator brasileiro. Nacionalmente famoso por ter sido de 1978 a 2004 o garoto-propaganda da Bombril.Fez parte do elenco do programa infantil Rá-Tim-Bum, produzido pela TV Cultura em 1989 e do quadro Rádio Cruzeiro no programa Viva o Gordo, junto com Jô Soares e Paulo Silvino, mas até hoje sua imagem é associada pelos consumidores à marca Bombril

Antes de se tornar conhecido, tinha se formado em arquitetura pela FAU (USP) e feito pós-graduação nos Estados Unidos. No entanto, nunca exerceu a profissão. Trabalhava como ator de teatro em São Paulo, no grupo teatral Pod Minoga e ganhava pouco, até ser revelado por Andrés Bukowinski, que estava procurando um ator para os comerciais de Washington Olivetto e Francesc Petit para a fabricante de palhas de aço, e gostou da interpretação de Moreno. Passou a ganhar um salário muito maior (relatou ter ficado assustado com a proposta de pagamento da agência) e tornou-se famoso nacionalmente. Entrou para o Guinness como a campanha que ficou mais tempo no ar em toda a história da propaganda mundial.

Em 2004, ao fim do seu contrato com a Bombril, Carlos Moreno tinha 337 comerciais gravados com a empresa.

Depois deixar a Bombril em 2004, trabalhou ainda como garoto-propaganda da Fininvest. Devido a perda de mercado no segmento de palhas de aço para a concorrente Assolan, em 2007 Carlos Moreno voltou a aparecer nos comerciais da Bombril com um novo contrato por tempo indeterminado. Até abril de 2007, Carlos Moreno participou de mais 7 comerciais da marca, totalizando 344 inserções como "Garoto Bombril".

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_moreno

Cazé Peçanha

Cazé Peçanha, nome artístico de Carlos José de Araújo Pecini (Rio de Janeiro, 7 de janeiro de 1968) é um apresentador brasileiro de televisão, atualmente contratado da MTV Brasil.Chegou a apresentar na Rede Globo, entre abril e maio de 2001 o programa Sociedade Anônima, que era exibido nas noites de domingo. Foi convidado para apresentar o programa Custe o que Custar (o CQC) da Band, mas rejeitou, optando por permanecer na MTV; no seu lugar entrou Marcelo Tas.Atualmente apresenta o Notícias MTV.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Caz%C3%A9_Pe%C3%A7anha

Marcelo Tas, o âncora do programa CQC

Marcelo Tristão Athayde de Souza, mais conhecido pelo pseudônimo de Marcelo Tas (Ituverava, 10 de novembro de 1959), é um diretor, apresentador de televisão, escritor e roteirista de televisão brasileiro.

Biografia

Nascido em 1959, Marcelo Tristão Athayde de Souza é uma das personagens mais polivalentes da mídia brasileira, tendo sido repórter, ator, apresentador, roteirista e diretor de diversos programas de televisão e rádio.

Iniciou sua carreira na televisão em 1983 no programa 23ª hora, uma mixagem de reportagens e vídeos produzido pelo jornalista Goulart de Andrade na TV Gazeta de São Paulo. Goulart convidou a produtora Olhar Eletrônico, da qual faziam parte Marcelo Tas, Fernando Meirelles, Tonico Ramos e Marcelo Machado, entre outros, para preencher parte do seu programa, após conhecê-los em um dos festivais Vídeo Brasil, do Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo. Em 1984, apresentou na mesma emissora o programa Crig-Rá endereçado aos jovens com reportagens e videos clips (inclusive com apresentações de vídeos da MTV estadunidense, então desconhecida no Brasil) com o seu personagem Bob Mc Jack. Ficou conhecido pelo seu personagem humorístico Ernesto Varela, um repórter fictício que ironizava personalidades políticas da época da abertura, dirigindo-lhes perguntas desconcertantes. Ficou célebre e entrou para a história com a sua pergunta direta a Paulo Maluf que, surpreso, virou as costas e deixou a sala em que estavam:

"Muitas pessoas não gostam do senhor, dizem que o senhor é corrupto. É verdade isso, deputado?".Já na Rede Globo, cobrindo para o programa Fantástico os bastidores da Copa do Mundo de 1986, fez uma entrevista ácida com o então dirigente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e deputado federal Nabi Abi Chedid, que ganhou repercussão.

Também foram marcantes suas participações nos programas Video Show na Rede Globo (entre abril e agosto de 1987, onde apresentou o programa ao lado de Miguel Falabella e ficou conhecido como "Cabeça Branca"), Vitrine na TV Cultura, e Saca-Rolha, ao lado de Lobão e Mariana Weickert na Rede 21 e posteriormente na PlayTV bem como sua atuação como diretor e roteirista de programas premiados internacionalmente, como o Rá-Tim-Bum (onde interpretava o estereotipado Professor Tibúrcio) e o Castelo Rá-Tim-Bum (Telekid, que respondia sempre o "porque sim não é resposta"). Escreveu ainda o roteiro para o Programa Legal e coordenou a criação de 1.140 edições do Telecurso 2000.

É graduado em engenharia civil pela Escola Politécnica da USP, em 1982. Iniciou o curso de graduação em rádio e TV pela Escola de Comunicação e Artes da USP em 1980, mas não o concluiu. Tem curso de Aperfeiçoamento Profissional em Cinema e Televisão e em Multimídia e Novas Tecnologias pelo Fulbright Scholarship Program na Tish School of Arts da Universidade de Nova Iorque, realizados entre 1987 e 1988.

Tas já foi colunista do jornal O Estado de S. Paulo (caderno "Link", 2004-2005). A partir de março de 2008, tornou-se apresentador do programa CQC, na Band, ao lado de Rafinha Bastos e Marco Luque, o que lhe rendeu maior projeção nacional na década de 2000. O programa, que segue uma linha de perguntas humorísticas sobre questões políticas fez relembrar Ernesto Varela, antigo personagem seu. Marcelo também tem o seu próprio blog, o Blog do Tas, iniciado em agosto de 2003 no UOL e transferido para o portal Terra em outubro de 2010.

Em novembro de 2009 Tas lançou um livro, intitulado Nunca antes na história deste país. O livro é baseado nas frases mais polêmicas e engraçadas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, principalmente durante o período em que exerce a presidência da República (de 2003 até 2009, quando da publicação do livro).

Em 31 de dezembro de 2009 estreou no canal pago Cartoon Network seu novo programa intitulado Plantão do Tas, uma espécie de telejornal só que com notícias fictícias e voltado ao público infantil.

Personagens

* Cabeça Branca
* Ernesto Varela
* BobMacJack
* Telekid
* Professor Tibúrcio

Atualmente, Tas é o âncora do programa CQC, na TV Bandeirantes e autor do “Blog do Tas”, no Terra, um dos blogs mais premiados do país.

Tas já foi agraciado com vários prêmios no Brasil e no exterior, entre eles a bolsa da Fullbright Comission, quando foi artista residente na NYU- New York University, nos Estados Unidos.

http://twitter.com/marcelotas/

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcelo_tas
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