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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Jorge Lafond, O Vera Verão

Jorge Luís Sousa Lima (Rio de Janeiro, 1953 – São Paulo, 11 de janeiro de 2003), famoso por seu personagem Vera Verão, tendo por nome artístico Jorge Lafond, foi um ator, dançarino, transformista e comediante de teatro, TV e cinema.

Biografia

Infância

Aos 6 anos de idade, Jorge Lafond já tinha a consciência de que era homossexual. Em uma entrevista à revista Raça, disse: As pessoas falavam que ser gay era uma coisa muito feia, e eu ficava com a cabeça tontinha. Mas o medo de meus pais descobrirem era tão grande que eu procurava andar na linha e estudar bastante.

Aos 10 anos de idade, já trabalhava das 9h às 17h numa oficina mecânica. E, nos fins-de-semana, ia com a mãe trabalhar num parque de diversões.

A dança

Estudou balé clássico e dança afro, chegando a trabalhar com Mercedes Batista. Formou-se em teatro pela Uni-Rio.

Trabalhando em muitos cabarés do Rio de Janeiro, desde a Praça Mauá até Copacabana, abria os shows da meia-noite na boate Flórida, boate Escandinávia, boate Barbarela e terminava a noite na boate Kiss, em Irajá, às 5h da manhã.

Profissionalização

Começou sua carreira como bailarino no exterior com 20 anos, viajando por toda a Europa e Estados Unidos com Haroldo Costa, que tinha um grupo folclórico, no qual Lafond permaneceu por dez anos.Sucesso

Eventualmente acabou por entrar no corpo de bailarinos do Fantástico em 1982 e depois trabalhou no programa Viva o Gordo, de Jô Soares. Em 1983 participou do especial infantil Plunct, Plact, Zuuum ao lado de Maria Bethânia e Aretha. Em 1987, fez o papel de Bob Bacall na novela Sassaricando, na Rede Globo, posteriormente sendo convidado por Renato Aragão para participar da nova formação de Os Trapalhões, já sem o humorista Zacarias. Mas sua carreira foi consolidada como "Vera Verão", do humorístico A Praça é Nossa, do SBT, onde permaneceu por 10 anos. Participou também em outras novelas e filmes.

Além disso, Lafond saía como destaque em carros alegóricos de escolas de samba do Rio de Janeiro e de São Paulo. Na maioria das vezes, desfilava seminu. Fez sua estréia totalmente nu, em cima de um carro alegórico da Escola de Samba Beija-Flor.Polêmicas

Em 2001 foi convidado a participar da campanha de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis pelo Ministério da Saúde mesmo causando desagrado à militantes do GGB e do Grupo de Gays Negros da Bahia, pois viam que a personagem Vera Verão estaria emprestando sua imagem de um estereótipo do gay que seria pejorativo.

O ator sempre se envolveu em polêmicas com relação a sua homossexualidade. Em 1999, durante o lançamento da sua autobiografia Vera Verão: Bofes & Babados, ameaçou dizer os nomes de personalidades (inclusive de um famoso jogador de futebol) com quem já teria mantido relações.

Em uma situação atípica, no dia 10 de novembro de 2002, Lafond foi convidado para participar do quadro Homens x Mulheres no programa Domingo Legal, no SBT. Caracterizado de Vera Verão, Laffond integrava o lado feminino da disputa e foi retirado do palco após um pedido do padre Marcelo Rossi, que se apresentaria dali a alguns minutos. Enquanto aguardava arrasado nos bastidores, a produção solicitou insistentemente que o mesmo retornasse, pois o padre já havia saído. Porem constrangido e amargurado com a situação ele não voltou.No dia 17 de novembro de 2002, uma semana depois do incidente, Lafond foi internado em estado grave, com problemas cardíacos. "Ele não teve como reagir a esta agressão e durante toda a semana ficou cabisbaixo e pensativo", disse o seu empresário Marcelo Padilha, o que teria, acredita ele, culminado no mal estar sentido por Lafond no domingo. Num primeiro momento, os médicos diagnosticaram uma crise hipertensiva.

Depois deste incidente, diversas foram suas internações no hospital, sendo a última em 28 de dezembro de 2002, quando seu problema de saúde se agravou com uma crise renal, levando-o à morte.

Falecimento

Hipertenso e vindo de problemas cardíacos, Lafond, aos 50 anos, não teria reagido emocionalmente muito bem àquele incidente e passou a desenvolver depressão em novembro de 2002, até que, em 28 de dezembro de 2002, foi vítima de parada cardiorrespiratória e acabou internado no Hospital Sepaco, na Vila Mariana, zona sul da cidade de São Paulo. Sofreu complicações renais e chegou a fazer diálise. Seu fim deu-se com um fulminante infarto e posterior falência múltipla dos órgãos no dia 11 de janeiro de 2003, às 1h40 da manhã.Homenagens póstumas

Seu corpo foi trasladado ao Rio de Janeiro para ser sepultado no Cemitério do Irajá, Zona Norte, acompanhado por cerca de cinco mil pessoas. A Polícia Militar teve de pedir reforço para conter os ânimos dos fãs que exibiam faixas e cartazes em homenagem ao ator, além de aplausos.

Em 10 de agosto de 2005, representantes de grupos homossexuais, especialmente do Quibanda-Dudu, homenagearam o ministro da Cultura, Gilberto Gil, como o mais destacado afro-brasileiro simpatizante da libertação homossexual, dando a ele um relatório sobre grupos gays negros do Brasil contendo pequenas biografias de personalidades homossexuais negras, como Vera Verão e Madame Satã.

Foi também homenageado no dia 5 de setembro de 2010, no programa Eliana exibido no SBT, pelo drag queen Dimmy Kieer.

Curiosidade

* Lafond já foi coordenador de aeróbica do Domingão do Faustão, onde ele posicionava as dançarinas em seus locais cativos (no palco, atrás do apresentador). Era torcedor do Fluminense.

Carreira

Na televisão

* 1981 - Viva o Gordo
* 1983 - Plunct, Plact, Zuuum... dançarino do espaço
* 1987 - Sassaricando... Bob Bacall
* 1989 - Kananga do Japão... Madame Satã
* 1991 - Os Trapalhões... Divino
* 1993 - Adjeci Soares em Focus... Jorge
* 1993 a 2003 - A Praça é Nossa... Vera Verão
* 1999 , no ar em 2004 - "Meu Cunhado ... Verônica

No cinema

* 1982 - Rio Babilônia... dançarino da boate
* 1983 - Bar Esperança... Luis
* 1984 - Bete Balanço... Jorge Lafont
* 1987 - Leila Diniz... Waldeck













Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Lafond

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Tupac Amaru Shakur, 2Pac, Makaveli ou apenas Pac

Tupac Amaru Shakur (Nova Iorque, 16 de junho de 1971 - Las Vegas, 13 de setembro de 1996), mais conhecido pelos seus nomes artísticos 2Pac , Makaveli ou apenas Pac , foi um rapper estadunidense. Vendeu até à data da sua morte cerca de 75 milhões de álbuns.[1] Além de ser músico, Tupac também foi ator e ativista social.[2] A maioria das suas canções trata sobre como crescer no meio da violência e da miséria nos guetos, o racismo, os problemas da sociedade e os conflitos com os outros rappers. O trabalho de Shakur é conhecido[3] por defender a igualdade política, económica, social e racial. Antes de entrar para a carreira artística, ele era um roadie e dançarino de hip hop alternativo. Começou a fazer sucesso quando entrou para o grupo Digital Underground.[4][5]

Shakur tornou-se alvo de diversas ações judiciais e sofreu outros problemas legais. No início de sua carreira, ele foi atingido por cinco tiros e assaltado no corredor de um estúdio de gravação em Nova Iorque. Após o incidente, Tupac começou a suspeitar que outras figuras da indústria do rap ficaram sabendo do acontecido e não avisaram Shakur, o que desencadeou a rivalidade entre as costas Leste e Oeste. Mais tarde, Shakur acabou sendo condenado por abuso sexual[6][7] e ficou preso durante onze meses, tendo sido liberado da prisão em um recurso financiado por Suge Knight, diretor executivo da Death Row Records. Em troca da ajuda de Suge, Tupac teve de gravar três álbuns sob o selo Death Row.Na noite de 7 de setembro de 1996, Tupac, dentro do carro de Suge, foi atingido por quatro tiros em um tiroteio, na cidade de Las Vegas. Ele faleceu seis dias depois, vítima de insuficiência respiratória e parada cardíaca, na Universidade Médica de Nevada. 2Pac foi o maior rapper de todos os tempos, conforme citou o jornal americano The New York Times.[8][9]

Tiroteio e morte

Na noite de 7 de setembro de 1996, Shakur foi assistir a uma luta de boxe entre Mike Tyson e Bruce Seldon, no MGM Grand, em Las Vegas. Após deixar a partida, um dos associados a Suge, Orlando Anderson, um membro da Southside Crips, discutiu com o rapper na portaria do ginásio, e os dois agrediram-se. Os aliados de Suge e Shakur assistiram à "luta", a qual foi filmada pelas câmeras de vigilância do local. Algumas semanas antes, Anderson e um grupo da Crips haviam roubado um membro da facção da Death Row, em uma loja Foot Locker, prevendo um ataque a Shakur. Após a briga, Tupac encontrou-se com Suge para ir a uma propriedade da Death Row. Então, entrou em um BMW E38 sedan, de propriedade de Suge.

Às 10:55 da noite, quando parou em um sinal vermelho, Tupac abaixou o vidro e um fotógrafo tirou sua foto[10]. Aproximadamente, dez minutos depois, foram paradas por policiais, pois estavam com o som do carro muito alto e não estavam com a placa de licença. Então, Suge pegou as placas de dentro do porta-malas, e os dois foram liberados minutos depois sem serem multados.[10][11] Por volta das 11:10, quando parou em um sinal vermelho no Flamingo Road, perto do cruzamento Koval Lane, em frente ao Hotel Maxim, um veículo ocupado por duas mulheres aproximou-se de Tupac, com o qual conversaram e convidaram para ir ao Clube 662.[10] Aproximadamente cinco minutos depois, um Caddilac branco, modelo antigo, com um número de ocupantes desconhecido, se aproximou da BMW, abaixou o vidro da janela e disparou cerca de doze ou treze tiros contra Shakur. Ele foi atingido por quatro deles, acertando uma na cabeça, duas na virilha e uma na mão.[9][10] Um dos tiros provavelmente ricocheteou no pulmão do rapper.[12] Suge foi atingido na cabeça por estilhaços, mas acredita-se que a bala passou de raspão por ele.[13][14]

Após chegarem ao local, policiais e paramédicos levaram Suge e o ferido mortal Shakur para o Centro Médico Universitário. De acordo com a entrevista de um dos melhores amigos do rapper, o diretor de vídeo Gobi, ele recebeu no hospital a notícia de um funcionário da Death Row avisando que os atiradores haviam chegado na gravadora e estavam a enviar ameaças de morte a Shakur, alegando que estavam indo para lá "acabar com ele".[15] Ao ouvir isso, Gobi imediatamente avisou a polícia de Las Vegas, mas eles afirmaram estar sem policiais disponíveis e ninguém poderia ser enviado.[15] No entanto, esta ameaça não foi concretizada.[15] No hospital, Tupac esteve por momentos consciente e por outros inconsciente, tendo sido fortemente sedado, respirando através de um ventilador e um respirador. Foi colocado em máquinas de suporte à vida, e acabou por ser posto em um coma induzido por barbitúrico após repetidamente tentar sair da cama.[9][15][16]

Após ter sobrevivido a uma série de cirurgias - inclusive a da retirada do pulmão direito, mal-sucedida - Shakur submeteu-se a fase crítica da terapia médica, e foi dada uma chance de 50% de continuar vivo.[15] Gobi saiu do centro médico após ter sido informado que o artista teve uma melhora de 13% na noite de sexta.[12] Enquanto a Terapia Intensiva estava a ser realizada na tarde de 13 de setembro de 1996, Tupac faleceu de hemorragia interna; os médicos tentaram reanimá-lo mas não conseguiram impedir a propagação da hemorragia.[9][16] Sua mãe, Afeni tomou a decisão de informar aos médicos para desligarem os aparelhos.[12][16] Foi declarado morto às 4:03 da tarde (PDT).[9] As causas oficiais da morte foram descritas como insuficiência respiratória e parada cardiorrespiratória, além dos múltiplos ferimentos das balas. O corpo de Shakur foi cremado.[17] Mais tarde, suas cinzas foram misturadas com maconha e fumadas por membros do grupo Outlawz.[18]Especulações sobre o assassinato

Devido em grande parte à falta de provas oficiais, muitas investigações e teorias relacionadas ao assassinato surgiram. Por causa da rivalidade entre ele e The Notorious Big, houve desde o início especulações sobre a possibilidade da colaboração de Biggie no assassinato. Ele, assim como seus associados e sua família, negou veementemente a acusação.[19] Em 2002, o escritor Chuck Phillips, do Los Angeles Times fraudulentamente alegou ter descoberto evidências envolvendo Biggie, além de Anderson e a Southside Crips no ataque.[19]. No artigo, Phillips citou fontes anônimas de um membro da gangue que alegou que Biggie tinha ligações com os Crips, muitas vezes contratando-os para a segurança durante as aparições na Costa Oeste. No entanto, em 2008, o LA Times publicou um documento oficial da história contada por Phillips.[20] As fontes que o jornalista utilizou foram descobertas por The Smoking Gun e eram completamente fraudadas, o que implicou na demissão do empregado menos de cinco meses depois.[20] Biggie foi assassinado em março de 1997.[21]

A família de Biggie apresentou a MTV uma documentação declarando que o rapper estava trabalhando em um estúdio de gravação de Nova Iorque quando Tupac foi assassinado. Seu gerente Wayne Barrow e o cantor James "Lil' Cease" Lloyd afirmaram publicamente que Biggie não teve participação nenhuma no crime e ainda alegaram que estavam com ele no estúdio na noite do evento.

A violência das gangues das duas costas chamou a atenção do cineasta inglês Nick Broomfield, o qual fez o documentário Biggie & Tupac o qual examina a falta de progresso no caso, entrevista pessoas próximas aos dois rappers falecidos e os inquéritos. O amigo de infância de Shakur e membro do Outlawz Yafeu "Yaki Kadafi" Fula estava no comboio quando o assassinato ocorreu e indicou à polícia que ele poderia ser capaz de identificar os bandidos. Porém, foi baleado e morto pouco depois em um projeto de habitação em Irvington.[22]

Um DVD intitulado Tupac: Assassination foi lançado em 23 de outubro de 2007, mais de onze anos após o assassinato do rapper. Ele explora os aspectos em torno do evento e oferece uma nova visão do caso, com detalhes do ambiente.[23]Honrarias

* MTV colocou Tupac na segunda posição da lista dos Grandes MCs de Todos os Tempos, atrás apenas de Jay-Z.[24]
* Shakur foi introduzido no Hip Hop Hall of Fame em 2002.[25]
* Em 2003, a MTV fez uma nova escolha dos 22 Melhores MCs de Todos os Tempos, conforme escolhido pelos telespectadores. 2Pac foi o vencedor.[26]
* Em 2004, no evento Hip Hop Honors, da VH1, Shakur foi homenageado juntamente com DJ Hollywood, Kool DJ Herc, KRS One, Public Enemy, Run DMC, Rock Steady Crew e Sugarhill Gang.
* Uma enquete realizada na revista Vibe ranqueou Tupac como o "melhor rapper de todos os tempos" conforme votado pelos fãs.[27]
* No primeiro Festival Internacional de Cinema Anual de Turks e Caicos realizado em 17 de outubro de 2006, 2Pac foi honrado pelas suas rimas e talento, e por ser um artista a misturar assuntos étnicos, culturais e raciais. Sua mãe, Afeni Shakur, assumiu o prêmio em seu lugar.[28]
* Seu álbum duplo All Eyez on Me é considerado um dos melhores discos de todos os tempos, com mais de 5 milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos somente em abril de 1996. Ele foi certificado como "Platina" pela RIAA nove vezes.[29]





















Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tupac_Shakur

Keith Flint, Vocalista do The Prodigy

Keith Charles Flint (17 de Setembro de 1969 em Chelmsford, Essex, Inglaterra) é um membro da banda de música eletrônica britânica The Prodigy. No final dos anos 1980, ele conheceu o DJ Liam Howlett em uma rave clube e expressou o seu apreço pela música de Howlett. Após receber uma fita-demo de Liam Howlett, o lado B da fita teve algumas músicas de Liam feitas no seu estúdio caseiro "Earthbound". Keith voltou a Liam com grande entusiasmo, insistindo que Liam deveria tocar seus tracks no palco, e que ele e seu amigo Leeroy Thornhill iriam dançar para ele. Pouco depois, em 1990, ele entrou no novo projeto de Howlett, The Prodigy.

Originalmente era apenas um dancer, mas em 1996 ele foi o vocalista do single "Firestarter". O vídeoclipe da música mostrou um novo Flint, com visual punk. Essa tendência continuou com o próximo single do grupo, "Breathe", onde Flint atua novamente nos vocais. O álbum de 1997 The Fat of the Land transformou Flint no principal vocalista do grupo. Em 2002 o single "Baby's Got a Temper" foi lançado. Foi fortemente influenciado pelo estilo punk de Flint, que leva Howlett a depois desqualificar a canção como representante do The Prodigy. Sobre o próximo álbum Prodigy, "Always Outnumbered, Never Outgunned" (2004), Flint não realiza qualquer vocal, embora ele cante em uma das faixas do "Hotride".The Prodigy é uma banda britânica de música eletrónica, considerada uma das maiores referências de um sub-género desta, o big beat. Iniciaram a sua carreira em 1990, quando Liam Howlett, Keith Flint e Leeroy Thornhill se cruzaram num clube na cidade onde viviam, Essex e decidiram formar um grupo. A intenção era Keith e Leeroy ocuparem a posição de dançarinos, dando assim um contributo para que a música que Liam criava ganhasse vida em cima dos palcos. O primeiro concerto aconteceu no The Labyrinth em 1990, ao qual se juntou por divertimento Maxim Reality (no papel de MC), acabando por ficar até hoje nessa função.Desde então a banda que começou a tocar em raves pelo Reino Unido tem realizado concertos em vários pontos do mundo, passando pelos principais palcos e festivais da Europa, Austrália e Estados Unidos, até aos destinos menos usuais, como Líbano, Indonésia e Malásia. A banda possui já anos de experiência, com altos e baixos, sendo o auge da carreira em termos comerciais quando o compacto "Firestarter" em 1996 despontou na grande mídia. A par do compacto seguinte, "Breathe", "Firestarter" criou condições para que o terceiro álbum da banda The Fat of the Land fosse topo de parada em vários países (22 ao todo, na primeira semana seguinte ao lançamento) expandindo assim ainda mais a sua base de fãs. A banda já recebeu várias nomeações e prémios da indústria discográfica, no qual o destaque vai para Grammys e vitórias em várias categorias da entrega anual dos Prémios Europeus de Música da MTV.

Em 2000, Leeroy Thornhill abandona o grupo de forma definitiva, dedicando-se ao seu projecto Flightcrank e ao djing. A sua saída, só se fez sentir no espectáculo ao vivo, já que este nunca contribuiu para a música da banda.

Em 2004, lançam Always Outnumbered, Never Outgunned, álbum que não conta com os préstimos de Keith e Maxim nas vocalizações, tendo o mentor dos The Prodigy, preferido por convidar outros artistas, como a actriz Juliette Lewis, Liam Gallagher dos Oasis ou Twista. O álbum não foi bem acolhido, quer pela critica quer pelos fãs, por possuir uma sonoridade electro, género que se viria a tornar popular pouco depois.

Em 2005, é lançada a compilação Their Law, The Singles, uma compilação que agrupa todos os singles da banda, excepto Fire e Babys Got a Temper. É lançado ao mesmo tempo um DVD, com o mesmo nome, que reune os telediscos da banda e uma actuação ao vivo de 1997 na Brixton Academy

Em 2006, abandonam a sua gravadora de sempre, a XL-Recordings, e formam a sua própria editora, Take Me To The Hospital, que está indexada à Cooking Vinyl.

Em 2007 a banda deu alguns concertos sobretudo em festivais, em países como o Dubai, Portugal (Creamfields), Espanha e Bélgica, preparando o próximo álbum de originais.O novo álbum, editado no dia 23 de Fevereiro de 2009, chama-se Invaders Must Die. O primeiro avanço de apresentação deste álbum, foi disponibilizado gratuitamente no site da banda e com um vídeo, apesar desta faixa, "Invaders Must Die" (que conta com a participação de James Rushent dos Does It Offend You Yeah?) não ser um single, já que não houve edição física do disco ou venda digital do mesmo. A faixa "Run With The Wolves" e a "Stand Up" tem a participação de Dave Grohl, (Foo Fighters, Nirvana). O primeiro single chama-se Omen (este tema na alemanha chama-se apenas O, devia a ameaça judicial de um grupo de eurodance dos anos noventa, chamado Magic Affair, já que estes tiveram um sucesso nos anos 90 com uma música intitulada de Omen III (pode ser ouvida no youtube).O primeiro single do álbum Invaders Must Die foi Omen (Fevereiro 2009), o segundo Warriors Dance (Maio 2009) e o terceiro Take Me To The Hospital (Agosto 2009).















Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Keith_Flint
http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Prodigy
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